Lula deve defender soberania e negociação em discurso na ONU
Presidente falará na abertura da Assembleia Geral, em Nova York, em meio a críticas e exigências do governo de Donald Trump.
Presidente falará na abertura da Assembleia Geral, em Nova York, em meio a críticas e exigências do governo de Donald Trump.
A costa-riquenha recebeu nove votos na terceira consulta do Conselho de Segurança, mas teve cinco rejeições e uma abstenção.
Líderes discutirão guerras, clima, inteligência artificial e o futuro da organização em Nova York a partir de terça-feira (22).
Departamento de Estado dos EUA confirmou a emissão de vistos para a delegação iraniana, incluindo o presidente do país.
Investigadores apontam ataques contra uma escola e uma área residencial e denunciam repressão do governo iraniano.
Presidente também defendeu que ações sobre Mendonça e Moraes sejam julgadas juntas e comentou eleições, ONU e condenados pelo 8 de janeiro.
Departamento de Estado acusa autoridades palestinas de descumprir compromissos ligados à busca pela paz com Israel.
Missão internacional relaciona dois ataques dos EUA a mortes de civis e denuncia violações cometidas por forças iranianas.
Documento cita mortes em uma escola e em um complexo esportivo e pede o fim imediato das hostilidades entre Irã, Israel e Estados Unidos.
Relatório da OMM aponta redução de geleiras, águas subterrâneas e vazões dos rios em 2025.
Presidente também deve abordar conflitos internacionais, facções criminosas e a reforma da ONU durante evento em Nova York.
Anistia Internacional identificou 377 mortos e pediu um mecanismo da ONU para processar os principais responsáveis pela repressão no Irã.
Volker Türk alertou para possíveis crimes de guerra e pediu acesso internacional para preservar evidências sob os escombros.
Volker Türk pediu que governos e empresas ajam em estruturas multilaterais para reduzir ameaças trazidas pelos sistemas mais avançados.
Três modelos usam a projeção Terra Igual, aprovada pela ONU, e estão disponíveis para download e em versões impressas.
Documento também critica tarifas unilaterais, pede contenção no Oriente Médio e propõe ações contra a desigualdade.
Três modelos colocam o Brasil no centro; alguns também exibem o hemisfério Sul na parte superior.
Ações dos EUA após os ataques atingiram organismos internacionais, a ONU e países inteiros, segundo a análise apresentada no texto.
Tóquio diz que a representação das ilhas com a mesma cor da Rússia contraria sua posição territorial e pede correção por canais diplomáticos.
Rafael Grossi diz que a agência perdeu continuidade no acompanhamento do Irã e não prevê uma retomada rápida das visitas.