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Lula chama plano de golpe de terrorismo e critica decisão de Trump
Política

Lula chama plano de golpe de terrorismo e critica decisão de Trump

Presidente afirmou que Jair Bolsonaro tentou matar autoridades e questionou a classificação de facções brasileiras como terroristas pelos Estados Unidos.

O presidente Lula criticou nesta sexta-feira (18 de setembro) a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Ele afirmou que Jair Bolsonaro participou de um grupo terrorista ao planejar um golpe de Estado em 2022.

Lula disse que não aceita a definição das facções feita por Donald Trump e associou o terrorismo à tentativa de tomada do poder. Segundo o presidente, o plano previa matar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes, ministro do STF, durante as ações de 8 de janeiro.

A declaração faz referência ao plano “Punhal Verde e Amarelo”, identificado pela Polícia Federal. As investigações apontam que o documento foi elaborado pelo general da reserva Mario Fernandes, que ocupou o cargo de secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo Bolsonaro.

Críticas às facções e ao governo Trump

Durante uma agenda no Rio de Janeiro sobre ações integradas dos governos federal, estadual e municipal contra o crime organizado, Lula também chamou as facções de terroristas para moradores de áreas periféricas. Ele citou famílias, estudantes e pessoas que precisam pagar pedágio pelo gás ou por benefícios oferecidos pelo governo.

As críticas ocorreram dois dias depois de o governo Trump afirmar que o Brasil “falhou em confrontar” o PCC e o CV. A declaração consta em um documento enviado pela Casa Branca ao Congresso americano na terça-feira (15), que também acusou as duas facções de transformar o país em um centro para o fluxo global de cocaína. Em maio, os Estados Unidos classificaram PCC e CV como organizações terroristas.

No evento, Lula assinou convênios para enfraquecer a logística do crime organizado e permitir a retomada de territórios dominados por organizações criminosas. Ele ainda criticou a interferência de políticos na segurança pública e citou o governador Ricardo Couto, afirmando que deputados controlariam repartições no Rio de Janeiro.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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