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Lula chama Trump de amigo e pede distância das eleições brasileiras
Política

Lula chama Trump de amigo e pede distância das eleições brasileiras

Em encontro com pastores, presidente também defendeu que igrejas não sejam usadas para comícios e relacionou símbolos do PT ao cristianismo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou Donald Trump de amigo e afirmou ter pedido ao presidente dos Estados Unidos que não interfira nas eleições brasileiras. A declaração foi feita em uma reunião com pastores evangélicos do Brasil e dos Estados Unidos, nesta quarta-feira (16).

Lula disse que o resultado das urnas deve ser respeitado e afirmou que o povo brasileiro decidirá “daqui a 19 dias” o regime e o governo que quer. Na avaliação dele, a urna brasileira é a mais séria do mundo. O presidente declarou que, se houvesse fraude, ele não teria chegado três vezes à Presidência da República.

“Não se meta nas eleições brasileiras, que esse é um problema do povo brasileiro”, afirmou Lula ao relatar o alerta feito a Trump.

Religião e política

Durante o encontro, Lula disse que não faz política dentro de igrejas. Segundo o presidente, comícios devem ocorrer nas ruas, enquanto a religião é sagrada e as crenças dos brasileiros precisam ser respeitadas. Ele afirmou que não aceitaria um convite para transformar uma assembleia católica ou evangélica em ato político.

O presidente também relacionou símbolos do PT a referências cristãs. Disse que costuma associar o vermelho da bandeira do partido ao sangue de Jesus Cristo. A estrela, segundo ele, remete ao instrumento usado por navegadores como guia durante travessias marítimas. Lula ainda afirmou que sua barba é uma referência a Jesus.

Lula voltou a dizer que Deus foi generoso com ele ao mencionar a infância em Pernambuco, a ida para São Paulo e as vitórias na disputa pela Presidência da República.

A aproximação com o eleitorado evangélico ocorre enquanto pesquisas de intenção de voto apontam crescimento do senador Flávio Bolsonaro entre os evangélicos.

No encontro, Lula também afirmou que o pobre não é levado a sério nem respeitado. Para ele, esse grupo só ganha atenção no dia da eleição e volta a ser esquecido depois. O presidente defendeu que os mais pobres tenham consciência e votem em pessoas do mundo deles, citando como possibilidade uma mudança semelhante à ocorrida na África do Sul.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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