Renan Santos cobra mesmo critério após saída de chefe da PF
Candidato do Missão questionou a reação de bolsonaristas e lulistas ao afastamento de Andrei Rodrigues nesta terça (8).
Candidato do Missão questionou a reação de bolsonaristas e lulistas ao afastamento de Andrei Rodrigues nesta terça (8).
Ministro diz que foi monitorado por mais de um mês e determina apurações sobre a produção dos documentos pela PF.
Consultor jurídico da campanha de reeleição de Lula também sugeriu a convocação do Conselho da República em meio à crise no STF.
Carlos Viana também solicitou investigações, convocações no Senado e novos pedidos ao Supremo Tribunal Federal.
Pedido de vista interrompeu a análise, enquanto Luiz Fux e Kassio Nunes Marques votaram pela manutenção do afastamento.
Diretor-geral desistiu de participar de evento após decisão de André Mendonça; William Murad defendeu a direção da corporação.
Romeu Zema atribuiu a decisão de André Mendonça a um pedido do Novo; Carlos Viana também quer convocar autoridades.
Andrei Rodrigues e Leandro Almada foram afastados após suspeitas de monitoramento de ministros do STF e do advogado-geral da União.
Diretor-geral da PF foi substituído no evento por William Murad, que defendeu a corporação e criticou tentativas de usurpação.
Gilmar Mendes suspendeu o julgamento, mas a Segunda Turma já havia formado maioria para afastar Andrei Rodrigues do comando da PF.
Luiz Fux e Nunes Marques seguiram o voto de André Mendonça; Gilmar Mendes pediu vista e suspendeu a análise do caso.
Decisão envolve Andrei Rodrigues e Leandro Almada da Costa e será analisada pelo plenário virtual do STF nesta terça-feira (8).
Beto Simonetti disse que o Supremo precisa dar respostas rápidas e claras para preservar a confiança nas instituições.
Relatório da Bites aponta alta de 269% nas menções diárias ao tribunal nos últimos 7 dias.
Associação ligada à Abin afirma que documento da Polícia Federal não seguiu métodos da atividade de inteligência e não tem valor probatório.
Ministro aposentado afirmou que se arrepende de ter recomendado Alexandre de Moraes a Michel Temer em 2017.
Medida apresentada a Edson Fachin amplia restrição para agentes da PF, Forças Armadas e polícias estaduais.
A associação afirma que o procurador-geral da República não deve atuar em procedimentos nos quais é citado no relatório da PF.
A ADPF também quer arquivar o pedido de nulidade do relatório produzido por determinação de André Mendonça.
Paulo Gonet pediu ao STF esclarecimentos sobre a produção do documento que revelou mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.