Diretor da PF prepara resposta ao STF em meio à crise na corporação
Andrei Rodrigues deve apresentar até esta sexta-feira (11) esclarecimentos pedidos por Edson Fachin sobre a crise na Polícia Federal.
Andrei Rodrigues deve apresentar até esta sexta-feira (11) esclarecimentos pedidos por Edson Fachin sobre a crise na Polícia Federal.
Presidente do STF deu 48 horas para o diretor-geral da PF se manifestar sobre sua permanência no cargo.
Decisão também devolve Leandro Almada da Costa à Diretoria de Inteligência Policial e restabelece as atividades do setor.
Onze diretores declararam apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada em meio à decisão de André Mendonça no STF.
Carta afirma apoio ao diretor-geral e a Leandro Almada, também afastado, e deixa cargos à disposição de William Marcel Murad.
Órgão afirma que decisão de André Mendonça interfere na nomeação de dirigentes e pode afetar o funcionamento da PF.
Diretor-executivo passa a comandar a corporação após afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e Leandro Almada.
Gilmar Mendes interrompeu o julgamento por 90 dias, mas a decisão cautelar de André Mendonça continua em vigor.
Senador afirmou que a Polícia Federal deve investigar crimes, e não adversários políticos de Luiz Inácio Lula da Silva.
Cúpula da Polícia Federal declarou apoio a Andrei Rodrigues e Leandro Almada e criticou decisão de André Mendonça.
Consultor jurídico da campanha de reeleição de Lula também sugeriu a convocação do Conselho da República em meio à crise no STF.
Pedido de vista interrompeu a análise, enquanto Luiz Fux e Kassio Nunes Marques votaram pela manutenção do afastamento.
Diretor-geral desistiu de participar de evento após decisão de André Mendonça; William Murad defendeu a direção da corporação.
Andrei Rodrigues e Leandro Almada foram afastados após suspeitas de monitoramento de ministros do STF e do advogado-geral da União.
Gilmar Mendes suspendeu o julgamento, mas a Segunda Turma já havia formado maioria para afastar Andrei Rodrigues do comando da PF.
Luiz Fux e Nunes Marques seguiram o voto de André Mendonça; Gilmar Mendes pediu vista e suspendeu a análise do caso.