Ataques no Iêmen ampliam tensão no Mar Vermelho e deixam 63 mortos
Confrontos entre houthis e forças apoiadas pela Arábia Saudita ocorrem após o rompimento de uma trégua na guerra civil do Iêmen.
Confrontos entre houthis e forças apoiadas pela Arábia Saudita ocorrem após o rompimento de uma trégua na guerra civil do Iêmen.
Grupo afirma que forças sauditas fizeram 40 ataques em 24 horas e anuncia ofensivas contra instalações no país.
Nabil Fahmy chamou o caso de grave; houthis do Iêmen negaram a acusação, e a Arábia Saudita disse ter interceptado um drone.
Combates no Iêmen deixaram cerca de 100 mil deslocados, enquanto ataques ameaçam passagens estratégicas para o comércio de petróleo.
Riade e Cairo defendem segurança nos estreitos de Ormuz e Bab al-Mandeb após novos ataques houthis e avanço territorial no Iêmen.
A agência da ONU presta assistência em Obock e teme que o número de deslocados aumente nos próximos dias.
Presidente americano disse que o grupo rebelde não quer entrar em confronto com os Estados Unidos.
Governo saudita informou que equipes foram mobilizadas para proteger e avaliar o oleoduto Leste-Oeste após ataques em Riad e Madinah.
Perim, Hanish Maior e Hanish Menor foram tomadas nesta sexta-feira (11), enquanto os houthis prometem liberar navios, menos os sauditas.
Forças Armadas iemenitas dizem ter retomado áreas em Taiz e Al-Hodeidah e resgatado prisioneiros na costa oeste.
Grupo tomou a ilha no estreito de Bab el-Mandeb após a retirada de forças do governo iemenita, segundo uma autoridade local.
Abha e Khamis Mushait receberam avisos de emergência após os houthis acusarem Riad de ataques aéreos contra o Iêmen.
Coalizão liderada por Riade afirma que civis foram atingidos; houthis dizem ter mirado aeroporto, base aérea e instalações da Aramco.
Forças do governo e rebeldes huthis disputam o controle de áreas próximas ao Mar Vermelho e ao Estreito de Bab el Mandeb.
Combates mataram soldados, rebeldes e civis no sudoeste do país; ataques aéreos sauditas atingiram posições houthis em Taiz.
Acusação ocorre após a retomada dos confrontos; violência também aumentou no Iêmen, no Líbano e na Cisjordânia.