A pipoca pode fazer parte de uma alimentação equilibrada quando é preparada sem excesso de sal, manteiga ou coberturas doces. Além de aumentar a saciedade, o grão contém nutrientes associados à saúde do intestino e do coração.
A nutricionista Cibele Santos explica que a pipoca é rica em fibras insolúveis, que aceleram o trânsito intestinal. “É uma ótima aliada para evitar o ‘comer emocional’ ou beliscos calóricos entre as refeições”, afirma. Segundo ela, o alimento também tem efeito prebiótico, contribuindo para a microbiota, ajudando a prevenir a constipação e reduzindo o inchaço abdominal.
Os polifenóis presentes no grão também são apontados como aliados do coração. Esses antioxidantes combatem os radicais livres, protegem as artérias e melhoram a saúde endotelial, que corresponde à parede interna dos vasos sanguíneos.
Como preparar
Para fazer a pipoca sem óleo, use 1/2 xícara (chá) de milho para pipoca e sal a gosto, se quiser. Aqueça uma panela grossa, antiaderente e com tampa em fogo baixo. Quando estiver quente, coloque o milho e mexa com uma colher de pau.
O milho deve começar a estourar entre 5 e 10 minutos. Nesse momento, tampe a panela, segure as alças com as duas mãos e sacuda de tempos em tempos. Quando o barulho dos estouros diminuir quase completamente, desligue o fogo e espere alguns minutos antes de retirar a tampa.
Finalize com o mínimo de sal possível. Cibele Santos recomenda evitar pipocas de micro-ondas, por causa do excesso de sódio e gordura trans, além de coberturas doces e do excesso de manteiga. No preparo tradicional, a orientação é usar o mínimo de óleo ou azeite.








