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Representação questiona reajuste de 15% no Bolsa Família no TCU
Política

Representação questiona reajuste de 15% no Bolsa Família no TCU

Pedido de cautelar aponta possíveis falhas no planejamento orçamentário do decreto que elevou o benefício.

O Tribunal de Contas da União ainda não se manifestou sobre o pedido para interromper os efeitos do decreto que reajustou o Bolsa Família em 15%. A solicitação foi apresentada pelo Ministério Público Especial junto ao TCU, em representação assinada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado.

O documento pede que a Corte apure se houve previsão e adequação orçamentário-financeira para a mudança. Também questiona a existência ou a suficiência de uma estimativa sobre o impacto da despesa.

Justificativa do governo

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o reajuste não vai aumentar os gastos do governo. Segundo ele, a medida foi viabilizada pelo remanejamento de sobras de recursos de outras rubricas.

Na representação, Furtado classifica o reajuste como uma política fiscal expansionista “à revelia” da lei orçamentária. O subprocurador-geral defende que a cautelar é necessária para preservar o processo e evitar possíveis danos ao patrimônio público e à ordem jurídica.

O decreto foi editado 17 dias antes do primeiro turno eleitoral. Antes de analisar o pedido, a representação ainda precisa passar pela avaliação dos requisitos de admissibilidade previstos no regimento do TCU. Essa etapa verifica se existem indícios de irregularidades.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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