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Fachin propõe fim do inquérito das fake news para enfrentar crise no STF
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Política

Fachin propõe fim do inquérito das fake news para enfrentar crise no STF

Presidente do Supremo também defende um código de ética e retirou investigação contra André Mendonça do inquérito.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta sexta-feira (4) o encerramento do inquérito das fake news como uma das medidas para enfrentar a crise entre ministros da corte. Ele também propôs a aprovação de um código de ética e a modernização do sistema de Justiça.

Fachin afirmou que a resposta institucional aos acontecimentos recentes será firme e proporcional. Para ele, as três metas fazem parte das prioridades da gestão à frente do Supremo: criar um código de ética, encerrar o inquérito das fake news e modernizar o sistema de Justiça.

Na manhã desta sexta-feira (4), o ministro retirou do inquérito um pedido de abertura de investigação apresentado por Alexandre de Moraes contra André Mendonça. Fachin disse que a decisão considera a necessidade de verificar se o ato de Moraes seguiu as regras. Depois dessa análise, poderão ser avaliadas as acusações feitas contra Mendonça.

Moraes acusa o colega de conduzir as investigações com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a grupos políticos. Também afirma que Mendonça tratou de forma irregular delações premiadas e direcionou alvos da investigação por motivos pessoais e políticos, com indicação antecipada de medidas cautelares para apresentação pela Polícia Federal.

O caso ganhou força depois que Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal que aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro. Na decisão, Mendonça indicou que pode levar ao plenário a possibilidade de investigar Moraes.

Aberto em 2019, durante a gestão de Dias Toffoli, o inquérito foi relatado por Moraes, escolhido sem sorteio. A duração da apuração tem provocado questionamentos internos e externos ao Supremo.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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