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STF libera processo sobre transferências do Banco Master antes de decisão do plenário
Política

STF libera processo sobre transferências do Banco Master antes de decisão do plenário

Edson Fachin retirou o sigilo após pedido de Alexandre de Moraes e parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

O processo que reúne a investigação sobre a rede de pagamentos do Banco Master passou a ser público no sistema do Supremo Tribunal Federal (STF) após decisão do presidente da Corte, Edson Fachin. A medida foi tomada nesta segunda-feira, 14, a partir de um pedido de Alexandre de Moraes.

A decisão contrariou o entendimento de André Mendonça, que apontou risco às investigações com a retirada do sigilo. A divulgação ocorreu antes da análise do plenário do STF, marcada para terça-feira (15), sobre a abertura ou o arquivamento de uma apuração envolvendo a relação entre Moraes e o banqueiro.

Argumentos pelo acesso

Em ofício enviado no domingo (13), Moraes afirmou a Fachin que o acesso ao processo sobre a rede de pagamentos do Master é fundamental para o julgamento.

Hindenburgo Chateaubriand Filho, vice-procurador-geral da República, também defendeu a liberação dos autos em parecer divulgado nesta manhã. Para ele, os ministros precisam consultar todos os elementos relevantes do caso. “a Procuradoria-Geral da República entende que deve também ser retirado o sigilo da PET 15645 para o conhecimento dos integrantes da Corte”, afirmou.

A Procuradoria-Geral da República já havia questionado, na sexta-feira (11), a lista de documentos liberados por André Mendonça no caso Master. Segundo a instituição, o material não incluía grande parte dos procedimentos ligados à investigação mais ampla chamada Operação Compliance Zero.

Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República pediu que o sigilo fosse retirado de todos os procedimentos relacionados ao caso. O pedido citou as peças e os procedimentos vinculados à PET 15556, mantendo as ressalvas mencionadas pela instituição.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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