O aplicativo oficial do título de eleitor é o e-Título, desenvolvido gratuitamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ferramenta reúne dados do eleitor, local de votação e serviços da Justiça Eleitoral em uma versão digital do documento.
Para baixar, o eleitor deve procurar por e-Título na Google Play, em celulares Android, ou na App Store, em aparelhos iOS. É importante conferir se o desenvolvedor indicado é a Justiça Eleitoral brasileira e evitar aplicativos não oficiais.
Na ativação, são solicitados dados como nome completo, data de nascimento, CPF e nome da mãe. O cadastro também exige a criação de uma senha e pode incluir validação por reconhecimento facial.
Identificação no dia da votação
Quem fez o recadastramento biométrico pode ter a fotografia exibida no aplicativo. Nesse caso, o e-Título pode ser usado como documento oficial de identificação com foto. A tela deve ser aberta diretamente no aplicativo e apresentada ao mesário.
O celular pode ser levado até a mesa de identificação, mas precisa ficar com o mesário ou no local indicado antes do eleitor seguir para a cabine. O uso do aparelho diante da urna é proibido.
Eleitores sem fotografia no e-Título precisam levar também um documento oficial de identidade com foto, como RG, CNH ou passaporte. Nessa situação, o aplicativo serve para consultar informações como o local de votação e o número de inscrição.
O eleitor não deve apresentar print da tela. A Justiça Eleitoral determina que o documento seja mostrado diretamente no aplicativo oficial, com a sessão ativa.
Serviços e cuidados
O e-Título informa zona, seção e endereço do local de votação. Também oferece justificativa de ausência para quem estiver fora do domicílio eleitoral, usando a geolocalização do aparelho. Esse recurso exige conexão com a internet, mas os dados de identificação podem ser acessados offline depois que o perfil for validado.
A Justiça Eleitoral recomenda baixar e atualizar o aplicativo com antecedência. Novos downloads e o primeiro cadastro podem ser suspensos na véspera do primeiro turno e do segundo turno para reduzir a sobrecarga dos servidores.
O Tribunal Superior Eleitoral também alerta para aplicativos falsos e reforça que seus serviços são gratuitos. O tribunal não envia links de cobrança por e-mail ou mensagens de texto.
Além do e-Título, o TSE mantém o Pardal, usado para denúncias de irregularidades em campanhas, o Resultados, que permite acompanhar a apuração, e o Boletim na Mão, voltado à conferência dos resultados impressos nas seções.







