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e-Título: como baixar e usar o aplicativo oficial da Justiça Eleitoral
Foto: Aplicativo e-Título da Justiça Eleitoral Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Política

e-Título: como baixar e usar o aplicativo oficial da Justiça Eleitoral

Aplicativo permite acessar o título digital, consultar o local de votação e justificar a ausência, mas exige atenção às regras de uso.

O aplicativo oficial do título de eleitor é o e-Título, desenvolvido gratuitamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ferramenta reúne dados do eleitor, local de votação e serviços da Justiça Eleitoral em uma versão digital do documento.

Para baixar, o eleitor deve procurar por e-Título na Google Play, em celulares Android, ou na App Store, em aparelhos iOS. É importante conferir se o desenvolvedor indicado é a Justiça Eleitoral brasileira e evitar aplicativos não oficiais.

Na ativação, são solicitados dados como nome completo, data de nascimento, CPF e nome da mãe. O cadastro também exige a criação de uma senha e pode incluir validação por reconhecimento facial.

Identificação no dia da votação

Quem fez o recadastramento biométrico pode ter a fotografia exibida no aplicativo. Nesse caso, o e-Título pode ser usado como documento oficial de identificação com foto. A tela deve ser aberta diretamente no aplicativo e apresentada ao mesário.

O celular pode ser levado até a mesa de identificação, mas precisa ficar com o mesário ou no local indicado antes do eleitor seguir para a cabine. O uso do aparelho diante da urna é proibido.

Eleitores sem fotografia no e-Título precisam levar também um documento oficial de identidade com foto, como RG, CNH ou passaporte. Nessa situação, o aplicativo serve para consultar informações como o local de votação e o número de inscrição.

O eleitor não deve apresentar print da tela. A Justiça Eleitoral determina que o documento seja mostrado diretamente no aplicativo oficial, com a sessão ativa.

Serviços e cuidados

O e-Título informa zona, seção e endereço do local de votação. Também oferece justificativa de ausência para quem estiver fora do domicílio eleitoral, usando a geolocalização do aparelho. Esse recurso exige conexão com a internet, mas os dados de identificação podem ser acessados offline depois que o perfil for validado.

A Justiça Eleitoral recomenda baixar e atualizar o aplicativo com antecedência. Novos downloads e o primeiro cadastro podem ser suspensos na véspera do primeiro turno e do segundo turno para reduzir a sobrecarga dos servidores.

O Tribunal Superior Eleitoral também alerta para aplicativos falsos e reforça que seus serviços são gratuitos. O tribunal não envia links de cobrança por e-mail ou mensagens de texto.

Além do e-Título, o TSE mantém o Pardal, usado para denúncias de irregularidades em campanhas, o Resultados, que permite acompanhar a apuração, e o Boletim na Mão, voltado à conferência dos resultados impressos nas seções.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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