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Roger Clark gravou parte das tosses de Arthur Morgan enquanto estava doente
Tecnologia

Roger Clark gravou parte das tosses de Arthur Morgan enquanto estava doente

O ator contou que aproveitou resfriados reais para registrar algumas das crises de tosse do protagonista de Red Dead Redemption 2.

Roger Clark revelou que algumas das tosses mais fortes de Arthur Morgan foram gravadas enquanto ele estava doente de verdade durante a produção de Red Dead Redemption 2. O ator contou que aproveitava resfriados para dar mais naturalidade às cenas do personagem.

As sequências de tosse eram deixadas para o fim do dia, principalmente quando exigiam mais esforço. Clark explicou que teve tempo para distribuir essas gravações ao longo do trabalho. “Se alguma vez houvesse uma cena de tosse muito forte, sempre a guardaríamos para o final do dia”, disse.

O ator também afirmou que parte dos sons registrados era genuína. Quando estava resfriado, ele avisava a equipe e entrava na gravação. “Eu dizia 'Ei, estou resfriado, deixe-me entrar aí.' E eles diriam, 'Ok.'”

A doença de Arthur Morgan

A tosse é um dos elementos centrais da trajetória de Arthur Morgan. No começo da história, o personagem contrai tuberculose depois de espancar um homem até a morte por dinheiro.

Ao longo do jogo, os sintomas ficam mais intensos. Arthur passa a ter problemas nos pulmões, desmaia e é levado a um médico, que faz o diagnóstico. Até esse momento, o jogador não sabe exatamente por que o personagem está tão doente.

As escolhas durante a história permitem que o jogador tente redimir Arthur ajudando outras pessoas. A doença acompanha essa transformação e influencia a maneira como a trajetória do caubói é apresentada em Red Dead Redemption 2. Roger Clark interpretou o personagem durante a produção do jogo, que levou cinco anos. Nesse período, segundo o ator, a equipe conseguiu aproveitar muitos resfriados reais para registrar as tosses.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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