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Marvel’s Wolverine revela como o traje de Logan se regenera
Tecnologia

Marvel’s Wolverine revela como o traje de Logan se regenera

O uniforme usa nanotecnologia ligada à Phalanx, espécie cibernética já conhecida na mitologia da Marvel.

Marvel’s Wolverine explica por que o traje de Logan consegue se recuperar depois de sofrer danos. No começo do jogo, o personagem recebe de Walter Langkowski um uniforme inspirado no visual clássico do Wolverine nos quadrinhos.

Langkowski revela que a roupa conta com nanotecnologia capaz de fazer reparos durante a ação. A tecnologia evita que o traje fique destruído a ponto de não poder mais ser consertado.

Ligação com a Phalanx

A novidade é que o material usado no uniforme não é uma nanotecnologia comum. Ele está ligado à Phalanx, uma espécie cibernética da mitologia da Marvel que enfrenta os X-Men e outros heróis.

Os seres usam formas de vida tecno-orgânicas para infectar outras espécies e formar uma mente coletiva. O jogo ainda não esclarece se essa conexão terá um papel maior na história. A explicação aproveita elementos já estabelecidos no universo Marvel.

No MCU, a nanotecnologia também aparece nos trajes do Homem de Ferro, do Homem-Aranha, do Pantera Negra e da equipe dos Vingadores em Ultimato.

Em X-Men Origins: Wolverine, que serve de inspiração para o novo jogo da Insomniac, as feridas de Logan se recuperavam quando ele deixava o combate. Em alguns momentos, as roupas também voltavam ao normal, mas a história não apresentava uma explicação para esse efeito.

Marvel’s Wolverine recebeu nota 8.5/10 em uma avaliação. O jogo chega por R$ 399,90 na edição padrão e R$ 455,90 na Digital Deluxe. Quem já garantiu a versão anterior pode fazer um upgrade por R$ 56,00.

A avaliação descreve o título como uma experiência de ação voltada a quem gosta de Logan e de jogos no estilo de God of War. Também afirma que o game não é o jogo definitivo dos X-Men e que parte dos fãs pode se frustrar com os caminhos da história.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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