Como o 7 de Setembro virou palco de confronto político no governo Bolsonaro
Entre 2019 e 2022, os atos oficiais foram usados para mobilização política, ataques ao STF e promoção eleitoral, segundo decisões e investigações citadas.
Entre 2019 e 2022, os atos oficiais foram usados para mobilização política, ataques ao STF e promoção eleitoral, segundo decisões e investigações citadas.
Manifestação teve bandeiras dos EUA, pedidos de intervenção estrangeira e discursos centrados no ministro do STF.
Candidatos participaram de manifestações em São Paulo, Brasília, Goiânia, Belém, Cajamar e Rio de Janeiro nesta segunda-feira (7).
Presidente foi recebido com gritos pelo fim da escala 6×1 durante cerimônia de 7 de Setembro.
Cerimônia teve gritos de apoiadores, presença de Zé Gotinha e participação de chefes do STF, Senado e Câmara.
Evento na Esplanada dos Ministérios teve a presença de Lula, autoridades e integrantes do governo federal.
Governador participa de encontro religioso pela manhã e tem presença prevista em ato na Avenida Paulista à tarde.
Cientista político Márcio Coimbra avalia que desgaste de Alexandre de Moraes pode favorecer Flávio Bolsonaro e aumentar mobilização nas ruas.