Guarulhos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% Guarulhos 21°C 18° / 27°
Como incluir o ovo na dieta sem exagerar na gordura
Saúde

Como incluir o ovo na dieta sem exagerar na gordura

O alimento pode ajudar no controle do apetite, mas o preparo e o conjunto da alimentação fazem diferença.

O ovo pode fazer parte da alimentação de pessoas saudáveis sem aumentar o risco cardiovascular, segundo a nutricionista Renata Magalhães. O colesterol da gema, afirma a profissional, tem impacto limitado no organismo quando analisado dentro do padrão alimentar completo.

A preocupação maior está em dietas com muitos alimentos ricos em gordura saturada. Por isso, o efeito da refeição depende também dos acompanhamentos: combinar o ovo com legumes, frutas e pão integral é diferente de servi-lo com bacon, linguiça e queijos muito gordurosos.

Preparo muda o resultado

Renata recomenda versões cozidas, pochê ou feitas em frigideira antiaderente. Preparações fritas devem ser evitadas por concentrarem muita gordura. A nutricionista alerta que trocar uma carne mais gordurosa por ovo frito pode não representar uma mudança significativa na qualidade da refeição.

O alimento reúne proteínas de alta qualidade, aminoácidos essenciais, vitaminas A e do complexo B, fósforo e selênio. Esses nutrientes podem contribuir para a saciedade e ajudar a reduzir o apetite ao longo do dia, especialmente no café da manhã. Ainda assim, a especialista diz que o ovo não deve ser a única opção para alcançar as metas de proteínas.

Atenção ao colesterol alto

Pessoas que já têm colesterol elevado não precisam retirar o ovo do cardápio. Nesse caso, Renata orienta ajustar a frequência para três a cinco unidades por semana e variar as fontes de proteína.

Também é necessário reduzir o consumo geral de frituras, carnes com muita gordura, embutidos e manteiga. A alimentação deve equilibrar carboidratos, proteínas, vitaminas, minerais e gorduras.

Entre as alternativas ao ovo, a nutricionista cita queijos magros, frango, peixes, feijões, grão de bico e soja. Ela também alerta que aumentar demais o consumo diário para ganhar massa muscular é um erro comum. “O ideal é ter uma variedade na alimentação”, explica Renata Magalhães, professora do Centro Universitário Braz Cubas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5