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PGR apoia saída temporária de pai de Vorcaro para exames médicos
Foto: Pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro Reprodução/Redes Sociais
Política

PGR apoia saída temporária de pai de Vorcaro para exames médicos

Paulo Gonet afirmou que Henrique Moura Vorcaro deve fazer exames após ser levado a uma UPA com sintomas de possível diverticulite.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta sexta-feira (18) que Henrique Moura Vorcaro deixe temporariamente a prisão para realizar exames médicos. O pai de Daniel Vorcaro apresentou sintomas de uma possível crise de diverticulite e foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) próxima ao local onde está detido.

A manifestação foi enviada ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Gonet afirmou que a saída precisa seguir as regras do estabelecimento prisional, responsável por definir como o procedimento será realizado.

“Henrique Moura Vorcaro informou apresentar sintomas de possível crise de diverticulite”, escreveu o procurador-geral. A doença envolve inflamação ou infecção de divertículos, pequenas bolsas que podem surgir na parede do intestino, principalmente no cólon.

Pedido de prisão domiciliar

Henrique Vorcaro está preso preventivamente pela Polícia Federal desde maio de 2026. A investigação aponta que ele teria atuado com o filho como demandante, beneficiário e financiador de serviços ilícitos atribuídos ao grupo “A Turma”, suspeito de ameaçar e monitorar pessoas, além de obter ilegalmente informações sigilosas de investigações.

Na quinta-feira (17), a defesa pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, a troca da prisão preventiva por domiciliar. Os advogados alegaram que ainda não houve reavaliação do caso, embora a prisão já dure mais de 90 dias, e afirmaram que o empresário tem uma doença com grande capacidade de risco à vida.

Henrique Vorcaro foi detido em 14 de maio, durante a 6ª fase da Operação Compliance Zero. Na ocasião, a Polícia Federal informou que a ação investigava uma organização criminosa suspeita de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos.

A operação teve sete prisões preventivas e 17 mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF. As ordens foram cumpridas nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.

Após a prisão, os advogados de Henrique Vorcaro disseram que a decisão se baseava em fatos cuja licitude e racionalidade econômica ainda não estavam comprovadas no processo. A defesa também afirmou que pretendia apresentar explicações sobre o caso.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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