A foto exibida no e-Título não pode ser trocada diretamente pelo celular. O aplicativo apenas reproduz os dados já validados pela Justiça Eleitoral durante o cadastramento biométrico presencial.
A imagem é registrada junto com as impressões digitais e a assinatura digitalizada. Por isso, não há opção para enviar uma foto da galeria ou fazer um novo retrato pelo próprio aplicativo. A regra busca preservar a autenticidade da identificação usada no documento digital.
Como atualizar a foto
A alteração só pode ser feita com atendimento presencial no cartório eleitoral da região. Depois de uma nova coleta biométrica, o sistema interno é atualizado e a imagem passa a aparecer no aparelho em alguns dias.
O reconhecimento facial solicitado no primeiro acesso ou para liberar serviços integrados ao Gov.br tem outra função. A câmera é usada para confirmar que a pessoa com o celular é a mesma registrada no banco de dados. Esse procedimento não muda a foto oficial do e-Título.
A base eleitoral também pode receber dados biométricos de órgãos parceiros, como os Departamentos de Trânsito. Assim, uma foto pode aparecer no aplicativo mesmo para quem ainda não foi a um cartório eleitoral, caso a biometria tenha sido aproveitada durante a renovação da CNH.
Quando não há foto
Se nenhuma imagem for exibida, as digitais podem ainda não ter sido coletadas ou o processamento pode não ter terminado. Nessa situação, o aplicativo informa o local de votação e a situação cadastral, mas o eleitor precisa levar um documento físico com foto, como o RG ou a CNH.
O cadastro eleitoral é fechado por lei cerca de 150 dias antes do primeiro turno, geralmente no início de maio de anos eleitorais. Durante esse período, alterações biométricas e transferências de domicílio não são processadas. A orientação é fazer a atualização antes do fechamento.






