Guarulhos, Domingo, 11 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00% Guarulhos 19°C 18° / 28°
Irã condiciona segurança em Ormuz ao fim das sanções dos EUA
Mundo

Irã condiciona segurança em Ormuz ao fim das sanções dos EUA

Teerã diz que esclareceu sua posição sobre uma trégua de sete dias e cobra medidas práticas de Washington.

O Irã afirmou que qualquer entendimento com os Estados Unidos depende do cumprimento das obrigações americanas, do respeito aos direitos do povo iraniano e do levantamento das sanções impostas por Washington.

A posição foi apresentada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, durante uma coletiva neste domingo. Ele disse que Teerã esclareceu suas condições em resposta ao plano de trégua de sete dias, por meio de mediadores do Catar. Ainda segundo Baghaei, alguns detalhes adicionais serão compartilhados com Washington.

O porta-voz também relacionou a segurança do Estreito de Ormuz ao fim das medidas americanas contra o país. Para o Irã, a retomada da segurança exige a interrupção completa das restrições à navegação comercial iraniana, a retirada das sanções unilaterais e recentes e o fim das intervenções militares dos Estados Unidos.

“A firme posição de Teerã baseia-se no princípio de que a restauração da segurança no Estreito de Ormuz só pode ser alcançada com medidas práticas por parte dos Estados Unidos”, afirmou Baghaei.

Durante a coletiva, ele ainda pediu que os países da região impeçam o uso indevido de seus territórios em ataques contra o Irã.

Comunicado sobre rotas marítimas

Em uma mensagem divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores do Irã via Telegram, o governo afirmou que a questão central é definir como garantir a segurança do Estreito de Ormuz, do Golfo Pérsico e do Mar de Omã.

O comunicado responsabilizou os Estados Unidos e o regime sionista pela falta de segurança na rota marítima. Teerã afirmou que nunca se afastou da diplomacia, mas questionou a disposição americana para negociar.

“A realidade é que a experiência anterior e as abordagens do lado americano mostram que o outro lado não está levando a sério o uso de ferramentas diplomáticas”, diz a nota.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5