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Mobilidade ganha espaço na rotina de atletas amadores
Esportes

Mobilidade ganha espaço na rotina de atletas amadores

Exercícios de mobilidade combinam amplitude, controle e força para preparar o corpo, sem substituir o treino específico.

A mobilidade passou a fazer parte da preparação de atletas profissionais e praticantes amadores de corrida, ciclismo, esportes coletivos e academia. A proposta é melhorar a qualidade dos movimentos e preparar o corpo para as exigências de cada modalidade.

Diferentemente do alongamento tradicional, a mobilidade não trabalha apenas a flexibilidade. Ela também envolve controle motor, amplitude de movimento e força em diferentes posições. Uma pessoa pode alcançar determinada posição com ajuda externa, mas ter dificuldade para controlar o movimento sozinha. Nesse caso, há flexibilidade, mas não necessariamente boa mobilidade.

Por que isso importa para quem treina

Atletas amadores nem sempre contam com uma preparação física completa. Quando o número de treinos ou a carga de exercícios aumenta rapidamente, o corpo pode não acompanhar a evolução. Essa progressão sem adaptação adequada pode favorecer dores e lesões por sobrecarga.

Na corrida, aumento rápido de volume e falta de fortalecimento estão entre os fatores associados a problemas comuns em praticantes recreativos. A mobilidade pode ajudar o corpo a lidar melhor com os movimentos, especialmente quando é combinada com fortalecimento, controle de carga e educação sobre treinamento.

Quadril, tornozelo e ombros aparecem com frequência nos exercícios. O quadril participa de movimentos como corrida, agachamento e mudanças de direção. O tornozelo contribui para absorção de impacto, equilíbrio e mecânica da passada. Já os ombros são importantes em modalidades que exigem movimentos dos braços.

Como incluir na rotina

Rotações de quadril, movimentos de tornozelo, rotações de ombros, agachamentos controlados e movimentos dinâmicos podem fazer parte da preparação. Antes do exercício, movimentos dinâmicos ajudam a preparar o corpo. Depois do treino, alguns exercícios podem entrar em uma rotina de recuperação e manutenção.

Não existe uma regra única sobre o melhor momento. O mais importante é manter uma rotina consistente, em vez de recorrer à mobilidade apenas quando surge uma dor.

A mobilidade pode beneficiar corredores iniciantes, praticantes de musculação, jogadores amadores e pessoas que passam muitas horas sentadas. Ela não substitui força, resistência, técnica ou treino específico. É uma ferramenta para melhorar o movimento e deixar o corpo mais preparado para treinar.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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