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The Blood of Dawnwalker entrega liberdade, boas missões e dúvidas sobre originalidade
Tecnologia

The Blood of Dawnwalker entrega liberdade, boas missões e dúvidas sobre originalidade

RPG da Rebel Wolves combina vampiros, exploração aberta e narrativa forte, mas tropeça no combate e em problemas técnicos.

The Blood of Dawnwalker é um RPG de mundo aberto que aposta na combinação entre vampirismo, espada e exploração livre. Desenvolvido pela Rebel Wolves, o jogo acompanha Coen em uma jornada para salvar a família antes da coroação de Brencis, um vrakhir que domina Vale Sangora.

A aventura começa quando Coen e a irmã, Lunka, fogem de guardas. Os dois são encurralados, mas Brencis aparece com os generais Xanthe, Ambrus e Bakir, mata os soldados e salva Lunka, que estava infectada com a peste. Depois, a família de Coen é capturada e ele é transformado em vrakhir. A partir daí, começa a contagem de 30 dias para resgatá-los.

O limite de tempo não impede a exploração. O jogo oferece espaço para investigar o mapa, subir em torres e descobrir atividades sem seguir diretamente a missão principal. A estrutura lembra a liberdade de Zelda: Breath of the Wild, especialmente pela necessidade de enfrentar os generais antes de chegar ao principal antagonista.

Missões e personagens

A narrativa é um dos pontos fortes. Além da trama central, personagens como Ocha, uma Uriash das montanhas, Anca, uma freira que deixou o convento, e Crex participam de histórias secundárias que complementam ou afetam a missão principal.

A liberdade também aparece em situações inesperadas. Em uma tentativa de subir na torre de uma igreja, é possível entrar pelo telhado e encontrar um ritual conduzido por uma vrakhir. Ao derrotá-la, o jogador descobre que ela era uma das generais de Brencis.

Coen alterna entre habilidades de vampiro à noite e de espadachim durante o dia. O game apresenta 3 árvores de habilidades: bruxo, espadachim e vampiro. Elas alteram a exploração, o combate e a forma como o personagem evolui.

Combate e desempenho

As lutas começam com uma impressão negativa por causa do sistema de aparadas e ataques direcionais. O jogador precisa atacar e defender em diferentes direções. Com a evolução das habilidades, porém, o combate ganha mais fluidez e funciona melhor nas batalhas contra chefes.

Ainda assim, as lutas são consideradas um ponto fraco. O sistema melhora com os recursos desbloqueados, mas não alcança o mesmo nível da narrativa e da árvore de habilidades.

A parte técnica também apresenta problemas. Em um PS5 base, ocorreram crashes durante missões, o que obrigou a refazer objetivos já concluídos. Movimentações estranhas e truncadas aparecem em alguns momentos, embora não prejudiquem diretamente a experiência.

A taxa de quadros travada em 30 FPS foi corrigida com o patch day one. O jogo também recebeu a crítica de oferecer 60 FPS apenas depois da atualização.

Identidade própria

A principal dúvida está na originalidade. A Rebel Wolves reúne veteranos que trabalharam em The Witcher 3, e as semelhanças aparecem no Modo Foco, nas missões investigativas, nos menus e na HUD.

A familiaridade pode causar nostalgia no começo, mas se torna repetitiva com o avanço da campanha. Mesmo assim, The Blood of Dawnwalker mostra que o estúdio consegue construir um universo próprio, com personagens marcantes, missões bem escritas e bastante liberdade.

Apesar dos problemas no combate, das dúvidas sobre identidade e dos crashes, o RPG entrega uma trama consistente, uma exploração aberta e uma árvore de habilidades extensa. O resultado é uma aventura que se destaca entre os grandes RPGs do ano.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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