Quando o corpo gasta mais calorias do que recebe, ele recorre às reservas de energia armazenadas nas células adiposas. Nesse processo, a maior parte da gordura eliminada deixa o organismo pela respiração. Uma parcela menor sai como água, principalmente pelo suor.
A gordura consumida na alimentação é quebrada pelo sistema digestivo em ácidos graxos. O corpo usa esses componentes para manter funções como a estrutura das células, a regulação hormonal, a proteção dos órgãos e a reserva de energia.
O que sobra é armazenado na forma de triglicerídeos dentro dos adipócitos. Há gordura subcutânea, localizada sob a pele, e gordura visceral, que fica mais profundamente no corpo, inclusive ao redor dos órgãos. A maior parte da gordura perdida costuma ser a subcutânea, porque é onde fica a maior parcela da gordura corporal.
Como a gordura é eliminada
Durante um déficit calórico, sinais de neurotransmissores e hormônios ativam a lipólise. Os triglicerídeos são novamente divididos em ácidos graxos, que seguem para as mitocôndrias das células e são usados na produção de energia.
Na beta-oxidação, moléculas de dióxido de carbono são separadas dos ácidos graxos. Esse dióxido de carbono é levado para fora do corpo quando a pessoa expira. O restante do processo produz trifosfato de adenosina, molécula que fornece energia para quase todos os processos do organismo.
Pesquisadores sugeriram que cerca de 84% da gordura perdida seja exalada como dióxido de carbono, enquanto 16% seja eliminada como água pelo suor. As proporções exatas são difíceis de estimar porque seria necessário acompanhar, ao longo do tempo, todas as formas de eliminação do corpo.
A ingestão calórica, os exercícios ou a combinação dos dois podem aumentar a queima de gordura para gerar energia. Para perder peso, a orientação apresentada é comer um pouco menos, priorizar alimentos saudáveis e praticar exercícios físicos, que também podem ajudar a melhorar a massa muscular.








