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TSE forma maioria para cassar prefeita e vice de Antonina
Foto: Prefeitura de Antonina
Política

TSE forma maioria para cassar prefeita e vice de Antonina

Julgamento ainda não terminou; decisão pode levar a uma eleição suplementar no município do Litoral do Paraná.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para cassar os mandatos da prefeita Rozane Osaki e do vice-prefeito Diogo Alves Machado, de Antonina, no Litoral do Paraná. O caso envolve a implantação do programa Tarifa Zero no transporte coletivo durante o ano eleitoral de 2024.

O julgamento acontece em sessão virtual e ainda não foi encerrado formalmente. A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, Floriano de Azevedo Marques. Até o momento, faltavam as manifestações dos ministros Nunes Marques e André Mendonça. A ministra Estela Aranha apresentou voto parcialmente divergente.

Programa foi criado em junho de 2024

O Tarifa Zero começou a funcionar em junho de 2024. Na época, a passagem de ônibus custava R$ 5 e deixou de ser cobrada dos usuários.

Rozane Osaki era vice-prefeita e disputava a Prefeitura de Antonina nas eleições municipais daquele ano. O Ministério Público Eleitoral questionou a implantação da medida durante o período eleitoral. Para a acusação, a criação e a divulgação do benefício poderiam configurar abuso de poder político e conduta vedada pela legislação eleitoral.

O processo chegou ao TSE depois de passar pela Justiça Eleitoral do Paraná. Antes, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) havia afastado, em dezembro de 2024, a cassação e a inelegibilidade determinadas pela Justiça Eleitoral de Antonina.

Além da cassação dos mandatos, o relator propôs declarar José Paulo Vieira Azim, ex-prefeito de Antonina e gestor municipal durante a implantação do programa, inelegível por oito anos. Ele também defendeu uma nova eleição para prefeito e vice-prefeito.

A eventual eleição suplementar ainda não tem data definida. Até a realização do novo pleito, o presidente da Câmara Municipal, vereador Yuri Osaki, deve assumir o cargo.

O gabinete de Rozane Osaki informou que não iria se manifestar sobre o caso neste momento.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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