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Em MG, Renan Santos defende reforma da Previdência e concessões de rodovias
Foto: TV Integração/Reprodução
Política

Renan Santos promete mudanças na Previdência, estradas, SUS e universidades

Em visita a Uberaba, candidato do Missão defendeu reforma para servidores, concessões de rodovias e prioridades no atendimento do SUS.

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu, nesta sexta-feira (25), mudanças na Previdência, nas concessões de rodovias, no atendimento do SUS e no ensino superior. As declarações foram dadas durante uma visita ao município do Triângulo Mineiro.

Sobre a Previdência, Santos afirmou que pretende fazer uma reforma paramétrica voltada aos servidores públicos, com atenção especial para federais, militares e pessoas ligadas ao Judiciário. Para ele, candidatos que rejeitarem a necessidade de mudanças estarão enganando os eleitores.

“Vai ter que reformar”, disse Renan Santos ao tratar do tema. Ele afirmou que os eleitores podem votar esperando uma medida e receber outra caso a reforma não seja apresentada.

No Mercado Municipal, o candidato também defendeu a ampliação das concessões de rodovias brasileiras. A proposta prevê a combinação de investimentos públicos e privados, com regras regulatórias claras para evitar irregularidades. Santos afirmou que o setor privado pode responder pela maior parte dos investimentos em infraestrutura no Brasil.

Na área da saúde, o candidato propôs um prontuário eletrônico único no Sistema Único de Saúde. O paciente poderia acompanhar pela internet ou por aplicativo todo o histórico do tratamento. A mudança, segundo ele, ajudaria a organizar as filas de exames.

A proposta também prevê o fim da ordem de chegada como único critério de atendimento. Casos mais graves teriam prioridade, assim como pessoas com doenças incapacitantes que não possam voltar ao trabalho.

Para o ensino superior, Santos defendeu mudanças na autonomia universitária. Ele afirmou que os diretores das universidades não deveriam decidir sozinhos quais cursos terão prioridade. Na avaliação do candidato, o país, por financiar as instituições, também deve participar das escolhas sobre o que será ensinado.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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