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Rayssa Furlan tenta novamente uma vaga no Senado pelo Amapá
Política

Rayssa Furlan tenta novamente uma vaga no Senado pelo Amapá

Médica e ex-primeira-dama de Macapá, candidata recebeu 174.128 votos em 2022 e agora disputa uma das duas cadeiras em jogo.

Rayssa Furlan (Podemos) vai disputar novamente uma vaga no Senado pelo Amapá em 2026. Será a segunda candidatura da médica, que recebeu 174.128 votos na eleição de 2022 e terminou em segundo lugar, atrás de Davi Alcolumbre (União Brasil).

Naquele ano, apenas uma cadeira do estado estava em disputa. Alcolumbre teve 196.087 votos e foi reeleito. Dados compilados pelo Senado apontam 43,51% dos votos para Rayssa e 49% para Alcolumbre.

A maior parte da votação de Rayssa veio de Macapá: 114.575 votos foram registrados na capital. A cidade também foi o centro de sua trajetória política. Ela foi primeira-dama entre 2021 e 2026, durante a gestão do marido, Dr. Furlan, e ocupou a Secretaria Municipal de Mobilização e Participação Popular.

Mudança de partido

Nascida em Brasília, em 8 de fevereiro de 1987, Rayssa Cadena Furlan é médica e gestora pública. Ela disputou o Senado pela primeira vez filiada ao MDB. Para 2026, mudou de partido e registrou a candidatura pelo Podemos.

O marido deixou a Prefeitura de Macapá e o MDB, filiou-se ao PSD e entrou na disputa pelo governo do Amapá. Em 2024, Dr. Furlan foi reeleito prefeito com 204.291 votos, equivalentes a 85,08% dos votos válidos.

Na chapa de Rayssa, Neto Furlan (Podemos) aparece como primeiro suplente, e Marlucia Sullyvan (Podemos), como segunda suplente. A candidata declarou patrimônio de R$ 1,37 milhão à Justiça Eleitoral.

Duas cadeiras em disputa

A eleição de 2026 terá duas vagas em jogo porque terminam os mandatos de Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto, eleitos em 2018. Os dois senadores disputam a reeleição.

Além de Rayssa, a lista de candidatos citada inclui Acácio Favacho (MDB), Alliny Serrão (União Brasil) e João Capiberibe (PSB).

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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