Guarulhos, Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00% Guarulhos 17°C 16° / 27°
Janones defende canal ‘Exército do Lula’ e nega divulgação de fake news
Política

Janones defende canal ‘Exército do Lula’ e nega divulgação de fake news

Deputado afirmou que o grupo combate a oposição “sem mentira”; canal foi registrado no TSE após decisão de Kassio Nunes Marques.

O deputado federal André Janones (Rede-MG) defendeu nesta terça-feira (13) o canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, e afirmou que nenhuma fake news foi publicada no grupo. A declaração foi dada a jornalistas durante uma defesa da iniciativa e críticas à oposição.

“Agora a gente montou um exército que combate isso, mas combate sem mentira, combate com o bem”, disse Janones.

Registro no TSE

O canal foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois de uma determinação do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques. A campanha do presidente Lula (PT) formalizou o registro por meio do Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários (NGDAP), da Secretaria Judiciária do tribunal.

Apesar da medida, a campanha não vai assumir o controle do canal nem reconhecer que ele fazia parte da campanha anteriormente.

A decisão ocorreu após um pedido de Flávio Bolsonaro (PL). Nunes Marques afirmou que o canal, que reunia aproximadamente 3,3 milhões de seguidores, deveria ter sido informado à Justiça Eleitoral por estar vinculado à campanha presidencial.

Pelas regras do TSE, canais criados durante a campanha precisam ser comunicados em até 24 horas. Os que já existiam e ainda não tinham sido registrados só podem ser usados para propaganda 48 horas depois da comunicação ao tribunal.

Fiscalização das mensagens

A decisão também determinou o acompanhamento das publicações. A análise técnica apontou uma estrutura de mobilização para compartilhar conteúdos, buscar participantes e promover interações em outras redes sociais.

Entre as mensagens avaliadas, havia orientações para compartilhar publicações “ANTES MESMO DE ASSISTIR” e convocações com horários definidos. Foram identificados registros com 344 mil e 79 mil encaminhamentos.

Nunes Marques afirmou que os dados não permitem concluir que o canal seja uma estrutura dedicada à desinformação. A decisão também cita 13 processos envolvendo Janones e referências a notícias falsas ou desinformação: sete relacionados às eleições de 2022 e seis às de 2026.

Janones disse ainda que opositores incentivaram eleitores a atacar a reputação de pessoas. Para ele, a acusação de que o canal distribuía fake news é que representaria uma informação falsa. O deputado afirmou que não precisa que as pessoas confiem apenas em sua palavra, citando o número de seguidores como testemunhas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5