Guarulhos, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,01 · Euro R$ 5,61 · Ibovespa 206.888 -0,00% Guarulhos 17°C 16° / 28°
Senador apresenta proposta para baixar maioridade penal em crimes graves
Foto: A emenda foi defendida por Flávio Geraldo Magela/Agência Senado
Política

Senador apresenta proposta para baixar maioridade penal em crimes graves

Emenda de Rogério Marinho prevê responsabilização a partir dos 16 anos e limite de 14 para delitos específicos.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) apresentou uma emenda à PEC da Segurança Pública para mudar as regras de responsabilização penal de adolescentes. A proposta prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos como regra geral e fixa 14 anos para crimes considerados graves.

Entre os casos citados estão crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organização ou associação criminosa. A medida também menciona condutas como homicídio, latrocínio e estupro.

Alteração na Constituição

O texto sugere a mudança do artigo 228 da Constituição Federal. Pela redação proposta, menores de 16 anos continuariam penalmente inimputáveis, exceto nas situações previstas na emenda, que estabelece o limite de 14 anos para os delitos graves.

Na justificativa, Marinho afirma que a participação de adolescentes em crimes graves coloca em dúvida a suficiência do modelo atual de responsabilização socioeducativa. O senador também argumenta que o período de internação previsto na legislação não seria compatível com a gravidade dessas infrações.

Segundo o parlamentar, a alteração pretende criar uma resposta proporcional aos delitos e dificultar o aliciamento de adolescentes por organizações criminosas.

A proposta foi defendida por Flávio Bolsonaro, coordenador político de Marinho. Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidenciável disse: “Vamos botar uma emenda para redução da maioridade para 16 anos.”

A PEC da Segurança Pública foi aprovada nesta quarta-feira (14) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto ainda precisa ser votado pelo plenário da Casa.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5