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Conselho do MPF mantém maioria por Gonet nas apurações do Banco Master
Foto: Agência De Fotografia/Estadão Conteúdo
Política

Conselho do MPF mantém maioria por Gonet nas apurações do Banco Master

Seis conselheiros votaram pela permanência do procurador-geral; abertura de investigação contra ele está empatada em 3 a 3.

O Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) formou maioria nesta sexta-feira (25) para manter Paulo Gonet à frente das investigações que envolvem o Banco Master. Até agora, seis conselheiros votaram pela permanência do procurador-geral da República no caso.

A análise ocorre após uma representação apresentada por deputados do Partido Novo. O pedido busca retirar Gonet da condução das apurações e examinar a atuação dele no caso. A sessão ainda não terminou, e os demais votos serão tomados pelo colegiado.

Investigação contra Gonet

Os conselheiros também avaliam se será aberta uma investigação contra o procurador-geral. Nesse ponto, o placar está empatado em 3 a 3, e a decisão depende da conclusão da votação.

Gonet foi citado em conversas encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro que está preso e teve o aparelho apreendido. Parte dos documentos relacionados ao caso Master teve o sigilo retirado por André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal.

As mensagens e uma fotografia passaram a ser públicas nesse contexto. A imagem mostra Gonet ao lado de Vorcaro e de outras pessoas ligadas ao ex-banqueiro, durante um evento jurídico promovido pelo Master em abril de 2024, em Londres.

Depois da divulgação do conteúdo, Gonet negou ter proximidade com Vorcaro. O procurador-geral afirmou que a interação entre os dois ocorreu de forma “brevíssima e banal”.

A sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal continua para a tomada dos votos restantes. O colegiado ainda precisa definir o resultado sobre a eventual abertura de investigação contra Gonet.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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