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Pilates Sculpt combina resistência e controle, mas não tem formato único
Esportes

Pilates Sculpt combina resistência e controle, mas não tem formato único

A aula usa princípios do Pilates com força e repetições, mas varia conforme o estúdio e não substitui a musculação.

O nome Pilates Sculpt pode dar a impressão de que a aula tem um efeito específico sobre o corpo. Na prática, o termo é usado para identificar formatos variados que aproximam o Pilates de exercícios de força e resistência.

A proposta preserva elementos conhecidos do Pilates, como concentração, controle dos movimentos, estabilidade do centro do corpo e atenção à postura. A diferença aparece na inclusão de pesos leves, faixas elásticas, caneleiras, bolas e exercícios feitos apenas com o peso corporal.

Entre os movimentos possíveis estão agachamentos, elevações de quadril e exercícios para braços e pernas. Algumas aulas são feitas inteiramente no solo. Outras usam aparelhos ou combinam o método com modalidades como barre.

Não é uma versão oficial do método

O Pilates tradicional desenvolvido a partir do método de Joseph Pilates tem princípios e repertórios próprios. Já o Sculpt é uma adaptação contemporânea: pode incluir movimentos clássicos, mas também séries para glúteos, trabalho de braços com pesos e sequências com faixas elásticas.

Por isso, uma aula com esse nome pode ser diferente em cada estúdio. Nos Estados Unidos, o formato aparece em uma expansão maior do Pilates e de propostas híbridas de treinamento. Na região de Washington, novos estúdios de fitness passaram a apostar em combinações do Pilates com outras modalidades.

O STRONG Pilates é outro exemplo dessa tendência. Criada na Austrália, a modalidade reúne movimentos inspirados no Pilates, treinamento de força e intervalos de cardio de alta intensidade. O formato também se expandiu para Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Singapura.

Força, mas não musculação

Pesos, faixas e um número maior de repetições podem aumentar a exigência muscular e trabalhar a resistência local. Ainda assim, o Pilates Sculpt não equivale à musculação.

Na musculação, o controle da carga, do volume e da intensidade é central para a progressão. No Sculpt, a aula costuma ser mais dinâmica e mistura força, mobilidade, controle corporal e resistência.

O termo “sculpt” também não significa eliminar gordura localizada ou esculpir uma região específica. Uma aula pode contribuir para força, resistência muscular, coordenação e condicionamento, mas não permite controlar a distribuição de gordura por meio de exercícios direcionados.

O formato pode fazer sentido para quem gosta de Pilates e procura mais força e variedade, ou para quem prefere atividades de menor impacto à musculação tradicional. Iniciantes devem verificar o nível da turma, já que algumas aulas são mais intensas. Pessoas com lesões, limitações de movimento ou condições de saúde devem buscar orientação profissional antes de começar.

Para quem busca força máxima ou um programa estruturado de hipertrofia, a musculação oferece ferramentas mais específicas. Já o Sculpt pode ser uma opção para quem procura combinar diferentes estímulos em uma atividade que consiga praticar regularmente.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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