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MP suspende novos depósitos em bets e inclui apostas de futebol
Foto: Apostas em jogos de futebol também serão proibidas no Brasil? Divulgação SEP
Esportes

MP suspende novos depósitos em bets e inclui apostas de futebol

Plataformas terão de interromper operações, e usuários poderão retirar o saldo até 23h59 de 5 de outubro.

A medida provisória assinada pelo governo federal proíbe novos depósitos em sites de apostas esportivas no Brasil. A regra também inclui apostas em partidas de futebol, cassinos online e jogos virtuais, como o “tigrinho”.

As plataformas deixam de aceitar novos valores a partir da publicação da MP. Quem tiver dinheiro nas contas poderá fazer o resgate até 23h59 de 5 de outubro.

“A partir de hoje não se pode colocar mais dinheiro nos sites de apostas do país”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, os sites continuarão disponíveis para que os apostadores retirem o saldo remanescente até o prazo definido.

Os sites e aplicativos deverão sair do ar em 6 de outubro. O governo também criou um procedimento para devolver valores que não forem retirados pelos usuários dentro do período estabelecido.

Como será a devolução

A consulta dos valores associados a cada CPF será disponibilizada entre 7 e 8 de outubro. O pagamento integral está programado para o intervalo de 9 a 14 de outubro. Depois desse período, a Caixa Econômica Federal fará a intermediação do ressarcimento quando houver algum impedimento.

Punição prevista

Uma minuta de projeto de lei elaborada pelo governo propõe pena de quatro a seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de quota fixa.

A proposta também prevê punição para quem oferecer, receber, registrar ou intermediar apostas. A medida alcança ainda quem disponibilizar, mantiver ou administrar canais usados para a realização dos jogos.

As penas criminais só poderão ser aplicadas se o projeto de lei for aprovado.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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