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Alta nos preços aumenta pressão por fim da guerra entre EUA e Irã no Nebraska
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Alta nos preços aumenta pressão por fim da guerra entre EUA e Irã no Nebraska

Moradores que apoiaram Donald Trump cobram o fim do conflito, mas parte deles ainda defende a atuação do presidente na segurança nacional.

O impacto da guerra com o Irã no preço da gasolina e de outros produtos básicos virou uma das principais preocupações entre eleitores do estado. Uma pesquisa da Universidade de Massachusetts Amherst aponta que oito em cada dez americanos relacionam o conflito à alta dos preços.

A insatisfação aparece poucas semanas antes das eleições de meio de mandato de novembro. Os republicanos tentam manter o controle do Congresso em 3 de novembro, inclusive no Nebraska, estado tradicionalmente conservador e com dois milhões de habitantes.

Apoio a Trump, cobrança pelo fim do conflito

Kristin Benson, dona de casa de 39 anos, votou em Donald Trump nas eleições presidenciais americanas de 2024. Durante uma visita à Feira Estadual do Nebraska com a família, ela disse esperar que o presidente encontre uma forma de encerrar a guerra, iniciada com Israel em fevereiro.

Benson afirmou que não quer que o conflito dure anos e avalia que Trump não pretende permanecer na guerra. Para ela, a retirada no ano que vem seria a melhor opção.

Keir Albert, pecuarista de 20 anos que também votou em Trump há dois anos, disse estar pronto para o fim da guerra. Ele reconheceu a insatisfação com o aumento dos combustíveis e de outros preços, mas afirmou considerar importante a atuação do presidente na segurança nacional.

Críticas ao custo da guerra

Pat Osiecki, empreiteiro aposentado de 65 anos, classificou o conflito como desperdício de dinheiro. Em uma cafeteria de Arapahoe, onde foi ouvir Dan Osborn, candidato independente ao Senado dos EUA por Nebraska, ele questionou o envolvimento americano e os custos para a população.

Osiecki disse ser contra armas nucleares no Irã, mas contestou a ideia de que essa responsabilidade deveria caber aos Estados Unidos.

Na feira estadual, Sheryl Bach, aposentada de 77 anos que trabalhou em uma represa, afirmou não ter votado na eleição presidencial de 2024 entre Trump e Kamala Harris. Ela desaprovou o segundo mandato do presidente e disse acreditar que a guerra nunca deveria ter começado.

Crystal Smith, taxidermista de 46 anos, afirmou não ter opinião formada sobre o conflito. Mesmo assim, lamentou a alta dos preços ao consumidor e disse que sente o impacto quando abastece.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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