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França prepara cortes de gastos e revisão de benefícios para empresas em 2027
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França prepara cortes de gastos e revisão de benefícios para empresas em 2027

Sébastien Lecornu também prometeu manter o pacto Dutreil e criar incentivos para a compra de companhias pelos próprios funcionários.

O governo francês avalia rever benefícios fiscais e subsídios destinados a empresas que não apresentem eficácia comprovada, enquanto prepara o Orçamento de 2027 em um cenário de crescimento frágil e aumento das despesas com defesa.

O primeiro-ministro Sébastien Lecornu afirmou que os gastos públicos, com exceção do esforço militar, devem avançar em ritmo bem inferior à inflação. Autoridades locais também serão pressionadas a reduzir despesas operacionais.

A França terá de elevar em quase 6 bilhões de euros os recursos para as Forças Armadas. O planejamento ocorre em meio à guerra no Oriente Médio, à situação no Estreito de Ormuz, que pressiona os preços da energia, e à seca que atingiu a agricultura do país.

Imposto e medidas para empresas

Lecornu disse que a contribuição excepcional aplicada a grandes empresas será reduzida no Orçamento de 2027. Criada para uma situação considerada extraordinária, a cobrança não deverá se tornar permanente. Em carta aos empresários publicada no X, ele afirmou que "o que é excepcional deve permanecer excepcional" e prometeu estabilidade fiscal, sem novos impostos.

O premiê também garantiu a manutenção do pacto Dutreil, que facilita a transferência familiar de empresas. Outra medida anunciada foi um pacto para estimular a compra de companhias, principalmente por seus próprios funcionários, com incentivos fiscais e de investimento.

O financiamento de centros de formação e os auxílios à contratação de aprendizes serão preservados em 2027. O governo ainda quer estabelecer uma regra de "silêncio vale acordo" para consultas feitas por empresas à administração tributária. Se não houver resposta em três meses, a interpretação apresentada pela companhia será considerada aceita.

Lecornu declarou que o ajuste das contas não será feito "quebrando o motor econômico".

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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