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Otan prevê novas respostas a ameaças russas e cobra mais gastos dos aliados
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Otan prevê novas respostas a ameaças russas e cobra mais gastos dos aliados

Mark Rutte defendeu ampliar o apoio à Ucrânia e elevar os gastos da aliança de 3,5% para 5%.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, defendeu o aumento dos gastos dos países aliados e afirmou que a organização prepara múltiplas respostas às ameaças híbridas russas. A declaração foi feita em Bruxelas, durante uma coletiva com o primeiro-ministro da Eslovênia, Janez Jansa.

Rutte disse que a aliança precisa combinar defesa tradicional com novas tecnologias, como drones e inteligência artificial (IA). Ele propôs elevar o compromisso de gastos de 3,5% para 5%.

O secretário-geral também afirmou que o apoio à Ucrânia ajuda a fortalecer a Otan diante de Moscou. Segundo Rutte, a resposta às ações russas não será necessariamente baseada em uma reação idêntica.

Apoio à Ucrânia

Rutte declarou que a Rússia enfrenta dificuldades no confronto com Kiev. Para ele, o ataque recente a um trem de passageiros na Ucrânia mostra o nível de desespero atribuído ao presidente russo, Vladimir Putin.

O líder da Otan afirmou que Putin tenta impedir o apoio ocidental à Ucrânia e dividir os países da aliança. Rutte disse que esse objetivo não será alcançado e defendeu que Kiev receba os recursos necessários para se defender.

Durante o encontro, Rutte agradeceu a Jansa pelo apoio da Eslovênia à Ucrânia e pelo papel do país nos Bálcãs Ocidentais. Ele também citou a participação de militares eslovenos na missão de paz no Kosovo, descrita como uma contribuição para um ambiente seguro para as comunidades.

A Eslovênia forneceu mais de 60 milhões de euros em assistência de segurança à Ucrânia em 2025. O país também participa da Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia (Purl, em inglês), mecanismo que permite a aliados ocidentais financiar a compra de equipamentos militares e munições dos Estados Unidos para entrega rápida a Kiev.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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