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Eternal Darkness pode ganhar remaster pelas mãos da Nightdive
Tecnologia

Eternal Darkness pode ganhar remaster pelas mãos da Nightdive

Stephen Kick, chefe da Nightdive Studios, indicou interesse em atualizar o clássico de terror psicológico do Game Cube.

O clássico de terror psicológico Eternal Darkness: Sanity’s Requiem pode ganhar uma nova versão pelas mãos da Nightdive Studios. O interesse foi indicado por Stephen Kick, chefe da desenvolvedora, em uma mensagem publicada no X.

Kick afirmou que o jogo está entre suas experiências favoritas e que merece receber o tratamento oferecido pelo estúdio. Ele, porém, não confirmou que o remaster está em produção nem apresentou uma data para possíveis novidades.

Terror psicológico e efeitos de sanidade

Desenvolvido pela Silicon Knights, Eternal Darkness ficou conhecido por usar um medidor de sanidade para alterar a experiência do jogador. À medida que o indicador diminui, os personagens podem ter alucinações, enquanto a trilha sonora é interrompida por ruídos aleatórios e estátuas ganham vida.

O jogo também simula a troca de canal e cria situações em que os personagens controlados parecem ter morrido. Esses recursos ajudaram o título a conquistar status de sucesso cult, apesar do baixo número de vendas. Relatos indicam que menos de 500 mil unidades foram comercializadas, o que também fez do game uma raridade.

Lançado como um exclusivo do Game Cube, o título nunca recebeu sequência ou remasterização. A Silicon Knights faliu depois de uma disputa legal com a Epic Games.

A Nightdive Studios pertence atualmente à Atari e é conhecida por recuperar jogos antigos, corrigir problemas e atualizar gráficos. O estúdio já revitalizou a série System Shock e colaborou com a id Software em atualizações de Doom, Hexen e Quake.

Um eventual remaster daria ao jogo a possibilidade de chegar a novas gerações, mas qualquer projeto ainda depende de uma confirmação oficial da desenvolvedora.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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