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Control Resonant aposta no hack and slash e entrega uma experiência marcante
Tecnologia

Control Resonant aposta no hack and slash e entrega uma experiência marcante

A nova aventura de Dylan Faden combina exploração, narrativa e combate, mas tropeça na pouca variedade de combos e na dificuldade irregular.

Control Resonant troca o tiro em terceira pessoa por combates hack and slash e coloca Dylan Faden, irmão de Jesse, no centro da história. Após 23 horas de jogo, a experiência se mostra ambiciosa, divertida e cheia de simbolismos, metalinguagem e missões capazes de surpreender.

A trama leva Dylan para uma Manhattan distorcida, enquanto o Ruído se espalha pela cidade. Ao lado da agente Zoe De Vera, ele tenta impedir o avanço da ameaça e procura por Jesse. A relação entre os dois é um dos destaques da campanha, especialmente durante a missão do Sumidouro.

A narrativa também explora a busca de Dylan por aceitação dentro da FBC. Os comentários de agentes sobre os eventos do primeiro Control ajudam a criar empatia pelo protagonista. O ritmo é melhor que o do jogo anterior, embora a história não alcance o mesmo brilho.

Combate e exploração

A mudança para o hack and slash funciona bem. Dylan pode usar foice, espada e adagas duplas, combinadas com lança, marreta gigante ou uma espada grande. Há seis finalizadores de combos, incluindo ataques que lançam inimigos ao alto e lâminas giratórias.

O combate é satisfatório, mas a baixa variedade de combos limita a evolução do jogador. Em alguns confrontos, a dificuldade aumenta porque a barra de atordoamento demora a encher e certos inimigos têm muita vida. As batalhas contra chefes têm visuais marcantes, mas repetem parte dessas limitações.

A exploração é um dos pontos mais fortes. Além das missões principais, há atividades secundárias, upgrades de Vida ou Poder e as missões do Táxi, que envolvem um puzzle simples e intrigante. Os poderes de travessia de Dylan também tornam o deslocamento por Manhattan divertido.

A trilha sonora acompanha bem a jornada, e algumas missões se destacam pelo impacto, pela criatividade e pelos momentos metalinguísticos. O final pode causar estranhamento e deixar uma sensação amarga, mas não apaga a força do conjunto.

Desempenho técnico

A experiência no PS5 base foi boa, com pequenas quedas de frames em áreas abertas e cheias de inimigos. No PS5 Pro, o jogo roda a 2160p e 60fps, segundo informações da própria PlayStation.

Foram identificados dois bugs: em um deles, a dublagem em português mudou para inglês durante uma conversa e voltou ao normal no diálogo seguinte. No outro, Dylan atravessou uma parede e caiu no limbo.

Control Resonant reúne narrativa, exploração, trilha sonora e combate em uma experiência de destaque. Mesmo com a pouca variedade de combos e alguns problemas no equilíbrio da dificuldade, o jogo mostra a força criativa da Remedy Entertainment.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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