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TSE alerta campanhas de Lula e Flávio sobre disputas nas redes
Política

TSE alerta campanhas de Lula e Flávio sobre disputas nas redes

Corte registra 162 recursos após o primeiro turno e aponta risco de decisões conflitantes no segundo turno.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alertou as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) sobre o avanço das disputas judiciais envolvendo redes sociais no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A reunião ocorreu nesta terça-feira (13), depois de os dois grupos trocarem acusações sobre a divulgação de informações falsas na internet. Meta e Google estão no centro de denúncias apresentadas pelas campanhas.

Em nota, o TSE afirmou que a judicialização eleitoral traz um “risco de decisões conflitantes e de restrição ao debate entre candidatos”. Desde o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, foram registrados 162 recursos judiciais. O número é mais de três vezes maior que o contabilizado no mesmo período das eleições de 2022.

Uma das disputas envolve o canal de WhatsApp Exército de Lula, criado pelo deputado André Janones (Rede) para divulgar mensagens favoráveis ao presidente. O canal tem mais de 4 milhões de seguidores.

A campanha de Bolsonaro acusou a plataforma, que pertence à Meta, de permitir a disseminação de desinformação. Entre os conteúdos questionados estaria a afirmação de que Flávio Bolsonaro cortaria benefícios sociais. A campanha de Lula nega a acusação.

Na segunda-feira, Lula ironizou a controvérsia ao declarar: “Vou criar a Marinha, a Aeronáutica do Lula no WhatsApp”. Nesta terça-feira, o TSE autorizou o funcionamento do canal.

O PT também acusou a Meta de interferir na campanha por meio de restrições a conteúdos no Instagram. O tribunal pediu explicações à empresa, que classificou as acusações como falsas e atribuiu o episódio a problemas técnicos em escala mundial.

A campanha de Lula ainda afirmou que o Gemini, ferramenta de inteligência artificial do Google, atribuiu ao candidato declarações que ele não teria feito.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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