O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou uma análise com “máxima urgência” do canal de WhatsApp “Exército de Lula”. A área técnica informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que não encontrou conteúdos falsos investigados pelo tribunal, mas apontou riscos eleitorais.
O canal reúne mais de 3,7 milhões de usuários e é coordenado pelo deputado André Janones. A campanha do senador Flávio Bolsonaro acusou o grupo de disseminar desinformação.
Disputa judicial
A decisão foi tomada nesta segunda-feira (12), um dia depois de Nunes Marques derrubar o canal. Horas mais tarde, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restituiu o “Exército de Lula”. O caso pode ser levado ao plenário do TSE, mas ainda não há previsão para isso.
Na semana passada, o vice-presidente da Corte, André Mendonça, havia determinado a retirada de uma série de postagens da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva. As publicações criticavam supostas propostas de Flávio Bolsonaro.
Reunião
Nunes Marques marcou para terça-feira (13), às 15h30, um encontro com os coordenadores das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro. A reunião foi agendada na semana passada e ocorre em meio à disputa por decisões judiciais na reta final das eleições.








