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No debate da Band, Simone Tebet defende trabalho nas prisões e critica Derrite no PL Antifacção
Foto: Reprodução/TV Bandeirantes
Política

Tebet cobra trabalho e estudo em presídios e critica mudanças no PL Antifacção

Candidata ao Senado por São Paulo defendeu recursos para o sistema prisional e medidas contra o dinheiro de PCC e Comando Vermelho.

A candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) defendeu que pessoas condenadas trabalhem e estudem durante o cumprimento da pena. A proposta foi apresentada em debate com candidatos ao Senado, em discussão sobre segurança pública e combate às facções criminosas.

Tebet afirmou que o governo do Estado deve garantir vagas de trabalho e estudo nas penitenciárias, além de buscar recursos e parcerias para estruturar o sistema. Para ela, a segurança pública está entre as prioridades do país, ao lado da saúde pública e do enfrentamento à corrupção.

“Bandido bom é bandido preso, preso trabalhando e estudando”, declarou a candidata. Ela também disse que as atividades devem ocorrer dentro das unidades prisionais, para evitar a retirada de vagas do mercado de trabalho para quem está fora do sistema carcerário.

Críticas ao PL Antifacção

Durante o debate, Tebet criticou alterações feitas na Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei Antifacção. A candidata citou o relator da proposta e também candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PP).

Segundo Tebet, o texto aprovado originalmente pelo Senado perdeu mecanismos voltados à investigação e ao bloqueio de recursos das facções durante a tramitação na Câmara. Ela defendeu que o Congresso reavalie a legislação.

A candidata responsabilizou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) pelo fornecimento de armas usadas na criminalidade urbana. Na avaliação dela, o combate ao crime organizado deve atingir o dinheiro dos grupos e ampliar as possibilidades de investigação.

O debate foi o primeiro entre os candidatos ao Senado por São Paulo e teve a segurança pública e o enfrentamento às facções como pontos centrais de divergência.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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