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Renan Santos pede ao STF acesso a decisões de inquéritos sob sigilo
Foto: Renan Santos, candidato à Presidência WAGNER ORIGENES/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Política

Renan Santos pede ao STF acesso a decisões de inquéritos sob sigilo

Candidato à Presidência solicita a abertura de documentos do caso das fake news e das investigações sobre o escândalo do INSS.

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos para retirar o sigilo do inquérito das fake news e das investigações relacionadas ao escândalo do INSS.

As petições foram assinadas pelo deputado federal Kim Kataguiri, que também é coordenador econômico da campanha. Os documentos pedem, principalmente, acesso à íntegra das decisões judiciais já proferidas nos casos.

No pedido sobre o inquérito das fake news, a defesa menciona a decisão do presidente do STF, Edson Fachin, que retirou o ministro Alexandre de Moraes da relatoria. Para o documento, a mudança abre uma oportunidade institucional para revisar o sigilo mantido ao longo dos últimos anos.

A petição afirma que a transparência permitiria avaliar a regularidade dos atos sem antecipar uma conclusão sobre a validade das decisões. “Transparência, nesse contexto, não representa prejulgamento da validade dos atos”, diz o texto apresentado ao tribunal.

Caso do INSS

O pedido relacionado ao INSS reconhece que algumas informações podem continuar protegidas, como os documentos pessoais das vítimas. Renan Santos e Kim Kataguiri, porém, sustentam que essa proteção não deve alcançar todo o procedimento.

Em declaração à imprensa, Renan disse que o brasileiro precisa conhecer os detalhes sobre quem comprou quem, quem teria abusado de direitos e quais agentes políticos, do Judiciário e empresariais participaram dos escândalos.

Os pedidos foram encaminhados ao STF e tratam do levantamento do sigilo dos processos, com destaque para as decisões judiciais já proferidas.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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