O Supremo Tribunal Federal tem dez ministros em exercício e uma cadeira vaga. As nomeações foram feitas por diferentes presidentes e dependem da aprovação do Senado Federal.
A indicação de Alexandre de Moraes, citada em uma discussão entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, foi feita por Michel Temer em 2017. Na época, Moraes era ministro da Justiça. Flávio só assumiu o mandato no Senado em 2019.
Lula também afirmou que não indicou Nunes Marques nem André Mendonça, nomeados durante o governo de Jair Bolsonaro. Em declaração no podcast Desce a Letra, o presidente disse que não foi responsável pela escolha de Moraes.
Ministros por presidente
Fernando Henrique Cardoso indicou Gilmar Mendes em 2002. Aos 70 anos, ele é o decano da Corte e o único ministro remanescente daquele período.
Durante os dois primeiros mandatos de Lula, foram nomeados Cármen Lúcia, em 2006, e Dias Toffoli, em 2009. Atualmente, eles têm 72 e 58 anos, respectivamente.
Dilma Rousseff indicou Luiz Fux em 2011 e Edson Fachin em 2015. Os ministros têm 73 e 68 anos.
Michel Temer nomeou Alexandre de Moraes em 2017, após a morte do ministro Teori Zavascki. Moraes tem 57 anos.
Jair Bolsonaro indicou Nunes Marques em 2020 e André Mendonça em 2021. Eles têm 54 e 53 anos. Mendonça foi ministro da Justiça e advogado-geral da União.
No terceiro mandato de Lula, Cristiano Zanin foi nomeado em 2023 e Flávio Dino assumiu em 2024. Zanin tem 49 anos, e Dino, 58. A 11ª vaga está aberta desde a saída antecipada de Luís Roberto Barroso, em 2025, e aguarda definição do Executivo e aprovação do Legislativo.








