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Como Doria e Tarcísio impulsionaram o poder paralelo de Milton Leite em SP
Foto: Reprodução
Política

Milton Leite ampliou influência em SP com apoio de Doria e Tarcísio

Ex-presidente da Câmara de São Paulo foi preso em operação que apura suposta ligação com o PCC.

Preso após se entregar à polícia, Milton Leite construiu influência nas administrações de João Doria, Bruno Covas e Ricardo Nunes. A prisão temporária ocorreu no âmbito da operação Vectura Corrupta, da Polícia Civil, que investiga uma suposta ligação do ex-vereador com o PCC.

Vereador desde 1997, Leite apoiou Doria na campanha de 2016. Na presidência da Câmara Municipal, a partir de 2017, participou da aprovação de concessões do Pacaembu, do Mercadão e de parques, além da privatização do Anhembi.

Durante ausências simultâneas de Doria e Covas, Leite chegou a comandar a Prefeitura de São Paulo. A proximidade com Covas continuou durante a gestão do prefeito. Em 2020, o então presidente do Legislativo escreveu que Covas poderia contar “sempre” com ele.

Leite também participou da indicação de Ricardo Nunes para vice na chapa tucana. Quando Nunes assumiu a prefeitura, em 2021, o peso político do ex-presidente da Câmara aumentou.

A relação com o governador Tarcísio de Freitas ganhou força durante a presidência de Leite. Ele atuou na tramitação da adesão da capital à privatização da Sabesp e apoiou a proposta na votação. Tarcísio definiu o vínculo como “institucional”, ligado a projetos de saneamento. Nunes declarou ter “muito respeito pela história” de Leite.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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