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Segurança: Caiado defende autonomia dos governadores e atuação da União contra crimes federais
Política

Caiado propõe autonomia estadual e ação federal contra crimes da União

Candidato defendeu que governadores decidam sobre câmeras corporais e propôs o sistema Sentinela e 40 novos presídios.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu que os estados mantenham autonomia para definir estratégias de segurança pública. Na entrevista, ele afirmou que o governo federal deve concentrar sua atuação nos crimes de competência da União.

Caiado disse que os estados devem seguir as diretrizes gerais previstas na Constituição, mas que as decisões sobre políticas de segurança não devem ser centralizadas no presidente da República. “O presidente da República vai atuar nos crimes federais”, afirmou.

Entre as propostas apresentadas está a criação de um Ministério da Segurança Pública conectado a órgãos de controle financeiro, fiscalização, mercado de capitais e inteligência policial. A ideia inclui a integração com o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), a Receita Federal, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a área de inteligência da Polícia Federal.

Sistema de informações

Segundo Caiado, essa estrutura seria organizada no sistema chamado Sentinela. A proposta prevê o compartilhamento de informações com as forças estaduais e o envio de alertas às polícias e aos secretários de Segurança. O candidato também afirmou que o sistema poderia identificar empresas envolvidas em fraudes.

Outra medida anunciada foi a construção de 40 novos presídios, todos com scanners corporais. A proposta, segundo ele, teria como objetivo conter a população carcerária.

Caiado também defendeu que os governadores decidam sobre o uso de câmeras corporais por policiais. Para ele, o presidente não deve impor uma regra nacional, porque as operações podem ocorrer em cenários diferentes.

O candidato comparou ações na Faria Lima e em Paraisópolis. Ele afirmou que policiais podem enfrentar riscos distintos conforme a região e citou situações com fuzis e granadas. “Câmera corporal é uma decisão do governador, não do presidente”, disse.

A entrevista ocorreu nesta quinta-feira (17). Caiado foi o terceiro candidato à Presidência entrevistado na rodada. A programação também previa entrevistas com Flávio Bolsonaro (PL), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão), com duração de 30 minutos.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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