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Explosões em quartel na Bolívia deixam dois mortos e 81 feridos
Foto: REUTERS/Claudia Morales
Mundo

Explosões em quartel na Bolívia deixam dois mortos e 81 feridos

Prefeitura de Viacha decretou três dias de luto; dois feridos estão em estado grave e sete militares seguem desaparecidos.

Explosões em uma instalação militar deixaram dois mortos e 81 feridos na sexta-feira (5), em Viacha, no oeste da Bolívia. Dois feridos estão em estado grave, e sete militares que trabalhavam no local foram dados como desaparecidos.

A prefeitura decretou três dias de luto. O incidente ocorreu no Regimento de Artilharia Mecanizada Bolívar. A cidade fica a aproximadamente 30 quilômetros de La Paz e tem cerca de 100 mil habitantes.

O ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, informou que os feridos receberam atendimento em diferentes centros médicos de Viacha. Moradores da área foram levados para um alojamento temporário, enquanto as autoridades avaliam os danos causados pela onda de choque. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido na região.

Investigação

De acordo com Justiniano, houve duas explosões. A primeira teria atingido pólvora negra de equipamentos pirotécnicos armazenados no quartel. A segunda foi maior, mas o material envolvido ainda não havia sido identificado.

O Ministério da Defesa afirmou que nenhum armamento de guerra explodiu. Promotores abriram uma investigação criminal por homicídio culposo, lesões não intencionais e outros possíveis crimes.

O presidente Rodrigo Paz afirmou, na rede social X, que determinou uma apuração “completa, técnica e transparente”. Ele disse que o objetivo é esclarecer as causas, verificar os protocolos de segurança e definir eventuais responsabilidades.

A polícia mobilizou dezenas de agentes para a área. O coronel Roger Roca, porta-voz da corporação, informou que as operações de desminagem continuariam nas horas seguintes. Bombeiros usaram caminhões-pipa para resfriar o local.

“Até agora temos duas pessoas confirmadas como mortas e sete dadas como desaparecidas”, disse Justiniano em entrevista coletiva.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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