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Seleção masculina de hóquei aposta na troca entre gerações em Santa Fé
Esportes

Seleção masculina de hóquei aposta na troca entre gerações em Santa Fé

Arthur Giro será capitão, enquanto Luiz Guilherme fará sua estreia em uma competição oficial pela equipe principal do Brasil.

A troca entre jogadores experientes e nomes formados nas categorias de base será uma das marcas da Seleção Brasileira masculina de hóquei sobre grama nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé 2026, na Argentina. Arthur Giro, de 22 anos, será o capitão da equipe adulta, enquanto Luiz Guilherme, de 21, disputará seu primeiro torneio oficial pelo time principal.

Os dois atletas se conheceram na Seleção Sub-21 e agora voltam a dividir o campo em uma competição pela equipe adulta. Arthur chega ao torneio depois de conquistar a medalha de bronze nos Jogos Sul-Americanos de 2022 e receber, no mesmo ano, o Prêmio Brasil Olímpico como melhor atleta da modalidade no país.

De caminhos diferentes à equipe principal

Luiz entrou no hóquei aos 15 anos, quando jogava futebol com amigos no Parque Leopoldina, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Praticantes da modalidade o convidaram para completar um time e, depois do primeiro treino, ele decidiu seguir no esporte.

“Fui para o primeiro treino e me apaixonei completamente”, relata o atacante. Em pouco tempo, ele foi integrado à Seleção Sub-21 e encontrou Arthur, que estava em seu último ano na categoria.

Arthur teve o primeiro contato com o hóquei aos 11 anos, levado por um professor de Educação Física que também era treinador de um clube. O meio-campista passou pelas categorias de base antes de receber convocações para a equipe principal.

Capitão vê importância da renovação

Para Arthur, assumir a braçadeira representa uma nova responsabilidade e também a chance de jogar ao lado de antigos companheiros. “Estou vendo uma molecada que cresceu junto comigo chegando agora na Seleção adulta”, afirma.

Luiz destaca o aprendizado com os atletas mais experientes. Na avaliação do atacante, a convivência permite que os mais novos aprendam com quem já viveu outras competições, enquanto os veteranos também absorvem a energia da nova geração.

A equipe brasileira chega aos Jogos com o objetivo de buscar a melhor colocação possível. Arthur afirma que o grupo considera o bronze alcançável, mas pretende tentar avançar à prata e superar as expectativas na Argentina.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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