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Esportes

Miguel Cardoso mira Los Angeles após bronze nos saltos ornamentais

Brasileiro conta que começou na modalidade por influência do irmão e destaca o apoio da família na trajetória até o pódio.

Miguel Cardoso conquistou o bronze na plataforma de 10 metros dos Jogos Sul-Americanos Santa Fé-2026 e já mira a disputa dos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028. O brasileiro somou 326,05 pontos no Centro Aquático Provincial, em Rosário, na quarta-feira (16).

A medalha veio onze anos depois de Miguel começar nos saltos ornamentais. Aos sete anos, ele entrou na modalidade para acompanhar o irmão. No ano seguinte, a brincadeira virou rotina de treinos.

“Vi o meu irmão fazendo, sempre tive vontade, completei a idade, entrei, não perdi tempo”, contou Miguel.

Família como base

O atleta destaca o irmão e os pais como peças importantes na formação esportiva. Ele também relatou que o pai tinha mais receio ao vê-lo saltar da plataforma, enquanto a mãe lidava com a altura com mais tranquilidade.

“Meu irmão é um pilar, eu acho que é um dos principais pilares. Ele, meu pai e minha mãe são fundamentais para eu estar aqui hoje”, afirmou.

Com a prática diária, Miguel passou a se acostumar com a altura. Para ele, o nervosismo antes do salto durante a competição pesa mais do que a distância até a água.

O ouro ficou com o equatoriano Santiago Choez, que marcou 389,95 pontos. O venezuelano Jesus Gonzalez levou a prata, com 372,70. O resultado foi divulgado pelo COB.

Miguel disse que não chegou ao torneio tratando a medalha como obrigação. A ideia era alcançar seu melhor desempenho, e o pódio acabou acima do esperado.

“Eu vim pensando em dar o meu melhor e que, se o meu melhor fosse suficiente para alcançar a medalha, para mim já estaria de bom tamanho. E funcionou”, comemorou.

O bronze encerrou a participação brasileira nos saltos ornamentais. O país terminou com seis medalhas na modalidade: um ouro, uma prata e quatro bronzes.

Próximos objetivos

Depois do pódio, Miguel colocou o Pan de Lima como próximo alvo antes da tentativa de chegar a Los Angeles. O atleta afirmou que ainda precisa cumprir etapas e alcançar marcas, mantendo a sequência de treinamentos.

“A meta é a gente estar presente na Olimpíada de Los Angeles para poder representar o nosso país”, disse.

“Agora é continuar trabalhando, focado no processo, que tem muito por vir ainda”, completou.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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