Aos 21 anos, Alana Maldonado conquistou a prata na categoria até 70kg no judô dos Jogos Paralímpicos Rio-2016. A brasileira perdeu a decisão para a mexicana Lenia Fabiola Alvarez e, depois, ganhou o ouro em Tóquio-2020 e Paris-2024. Também foi campeã mundial em Portugal (2018), no Azerbaijão (2022) e no Cazaquistão (2025).
No tênis de mesa, Bruna Alexandre obteve seus dois primeiros bronzes paralímpicos. As medalhas vieram na classe 10 individual e na disputa por equipes das classes 6-10, ao lado de Danielle Rauen e Jennyfer Parinos. Em Tóquio-2020, Bruna foi prata no individual e bronze por equipes. Em Paris-2024, repetiu o bronze nas disputas simples e nas duplas WD20.
Lauro Chaman também subiu ao pódio duas vezes no ciclismo. Ele ganhou prata na prova de resistência C4-C5 e bronze no contrarrelógio C5. No mesmo ano, venceu uma etapa da Copa do Mundo na Bélgica. O ciclista ainda se tornou tricampeão mundial de estrada na resistência, campeão mundial de pista no Rio em 2018 e tetracampeão geral da Copa do Mundo.
Ouro brasileiro na bocha
A equipe brasileira da classe BC3 venceu a Coreia do Sul por 5 a 2 na final. Evelyn Oliveira, Antonio Leme e Evani Soares formaram o trio que havia perdido para os sul-coreanos na fase qualificatória. A Coreia do Sul liderava o ranking mundial.
O Comitê Paralímpico Internacional elegeu a equipe brasileira como a melhor de toda a edição dos Jogos.
Além desses resultados, o Brasil teve medalhistas em outras provas no Rio-2016: Lucia Teixeira, Antônio Tenório e Willians Araújo no judô; Israel Stroh no tênis de mesa; Evânio Rodrigues no halterofilismo; e Sérgio Oliva no hipismo. Também ganharam medalhas as equipes de bocha BC4 e de tênis de mesa das classes 1-2.








