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Centro de treinamento e Daniel Dias simbolizam legado do Rio-2016
Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB
Brasil

Centro de treinamento e Daniel Dias simbolizam legado do Rio-2016

Estrutura do CPB e desempenho de Daniel Dias ajudaram a manter o Brasil entre as potências paralímpicas após os Jogos.

O legado dos Jogos Paralímpicos Rio-2016 aparece tanto na estrutura criada para os atletas quanto na evolução dos resultados brasileiros. O Centro de Treinamento do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), inaugurado em São Paulo durante a preparação para a competição, já recebeu 67 recordes mundiais desde 23 de maio daquele ano.

A instalação se tornou referência para o esporte olímpico e paralímpico do Brasil. No Rio de Janeiro, a delegação brasileira teve 285 atletas, o maior número do país em uma edição até então. A participação ficou em 258 atletas em Tóquio-2020 e 255 em Paris-2024.

Mais medalhas, mais ouros

O Brasil também ampliou o desempenho no quadro de medalhas. Foram 33 pódios em Atenas-2004, 47 em Pequim-2008 e 43 em Londres-2012. No Rio-2016, a delegação chegou a 72 medalhas, repetindo a marca em Tóquio-2020. Em Paris-2024, alcançou o recorde de 88.

Na disputa por ouros, o país conquistou 14 no Rio-2016, depois de registrar 16 em Pequim-2008 e 21 em Londres-2012. O número subiu para 22 em Tóquio-2020 e 25 em Paris-2024.

Daniel Dias liderou na natação

O atletismo foi o principal destaque brasileiro, com oito ouros e 33 medalhas. Na natação, foram 19 medalhas e quatro ouros — todos conquistados por Daniel Dias.

O nadador encerrou sua participação no Rio com quatro ouros, três pratas e dois bronzes. Somados aos resultados anteriores e aos três bronzes de Tóquio-2020, chegou a 14 ouros, sete pratas e seis bronzes na carreira.

O Brasil ainda subiu ao pódio na bocha, no futebol de cinco, no ciclismo, no futebol de sete, no goalball, no halterofilismo, no hipismo, no judô, na paracanoagem, no tênis de mesa paralímpico e no vôlei sentado.

Nos Jogos, foram batidos 220 recordes mundiais e 432 recordes paralímpicos. A China liderou o quadro de medalhas pela quarta vez. Ao todo, 83 países tiveram bandeiras nos pódios, e seis países estrearam na competição.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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