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Esporte por prazer pode ajudar a aliviar o estresse
Esportes

Esporte por prazer pode ajudar a aliviar o estresse

Atividades recreativas podem melhorar o humor, favorecer o bem-estar e ajudar na continuidade da prática física.

A atividade física não precisa ser mais uma cobrança na rotina. Jogar futebol com amigos, pedalar sem destino, dançar, caminhar ouvindo música ou participar de uma partida recreativa pode criar uma pausa mental em dias de estresse.

A Organização Mundial da Saúde reconhece que o movimento pode melhorar o humor, o bem-estar e a qualidade de vida. Evidências associam níveis maiores de atividade física a menores níveis de estresse, ansiedade e depressão.

Prazer ajuda na continuidade

Existe diferença entre fazer exercício por obrigação e praticar uma atividade porque ela é prazerosa. Ter metas e acompanhar a evolução pode funcionar para algumas pessoas, mas transformar todo movimento em uma tarefa pendente tende a aumentar a cobrança.

Revisões sobre respostas emocionais ao exercício encontraram relação entre o prazer durante e depois da atividade e a adesão à prática. Gostar do que está fazendo pode aumentar a vontade de repetir.

Uma atividade agradável também exige atenção ao momento. Durante uma partida, uma aula de dança ou uma pedalada, a pessoa precisa acompanhar o movimento, os colegas ou o caminho. Isso pode criar um intervalo para a mente se afastar, por alguns minutos, dos problemas do trabalho e das mensagens que continuam chegando.

Não precisa ser treino pesado

Caminhada, pedalada tranquila, brincadeiras, dança e jogos recreativos também são formas de atividade física. A OMS considera movimento corporal com gasto de energia os esportes, a recreação, o ciclismo e outras atividades do dia a dia.

Por isso, não é necessário encontrar um exercício perfeito. Quem não gosta de academia pode nadar, jogar basquete, andar de bicicleta ou praticar futebol. A atividade pode acontecer em diferentes níveis de habilidade e pelo simples prazer de participar.

O esporte recreativo também pode aproximar pessoas. Uma partida reúne amigos, uma caminhada pode virar um passeio em família e uma pedalada pode se transformar em um encontro. Revisões associam atividades físicas em ambientes de lazer e centros esportivos ao bem-estar psicológico e social, com possíveis vantagens em programas em grupo.

Menos desempenho, mais leveza

Relógios e aplicativos podem ajudar a acompanhar atividades, mas também podem transformar uma experiência prazerosa em uma sequência de números. Nem todo momento precisa ser guiado por ritmo, distância, calorias, tempo ou resultado.

Praticar esporte sem olhar para o relógio pode devolver parte da espontaneidade presente nas brincadeiras da infância. O objetivo pode ser simplesmente se movimentar, conversar, sair de casa ou passar um período longe das telas.

A OMS recomenda que adultos façam pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa, além de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias da semana. Essas recomendações podem ser alcançadas com atividades de que a pessoa realmente goste.

A prática não precisa resolver todos os problemas nem eliminar o estresse. Pode, porém, funcionar como uma transição entre o trabalho e a vida pessoal. Caminhar depois do expediente, encontrar amigos para jogar ou ir a uma aula de dança são formas de mudar o estado mental ao longo do dia.

O mais importante é evitar que a diversão vire outra obrigação. Em vez de buscar a modalidade mais eficiente, vale considerar qual atividade a pessoa gostaria de repetir. O melhor esporte pode ser aquele que faz o tempo passar sem que o praticante fique concentrado no desempenho.

No fim, a pessoa não precisa sair mais rápida, mais forte ou mais magra. Pode terminar apenas mais leve, com o corpo em movimento e a cabeça um pouco mais tranquila.

Texto produzido pela Redação Olhar Agora com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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