O novo filme de Resident Evil não tem cenas pós-créditos. Com isso, o público pode deixar a sala assim que a sessão terminar. A adaptação dirigida e roteirizada por Zach Cregger estreia nesta quinta-feira (17) nos cinemas.
A produção se afasta da fórmula de ação das versões anteriores e aposta em terror, tensão e sobrevivência. A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador de suprimentos médicos que aceita um trabalho em Raccoon City sem saber que a região foi atingida por um desastre biológico.
Preso em uma longa noite, o personagem precisa enfrentar criaturas infectadas e tentar escapar da cidade. O elenco também tem Kali Reis, Zach Cherry e Paul Walter Hauser.
História original no universo do jogo
O longa não adapta diretamente Resident Evil 2. A trama se passa em 2026, na neve, e deixa de lado personagens conhecidos dos jogos, como Leon S. Kennedy. A proposta de Cregger é apresentar novos personagens dentro do mesmo universo, respeitando as regras da franquia sem repetir histórias já conhecidas.
“Não estou fazendo uma adaptação um para um de Resident Evil 2”, afirmou o diretor. Ele também disse que preferiu criar uma história original com foco na experiência de jogar os primeiros títulos da série, priorizando medo, exploração e sobrevivência em vez de grandes sequências de ação.
O vírus responsável pelo desastre em Raccoon City também terá características novas. Segundo Cregger, a infecção seguirá as regras do universo dos jogos, mas contará com mecânicas exclusivas do filme.
A decisão de ambientar a história em 2026, e não nos anos 1990, foi apresentada pelo diretor como uma escolha criativa. Entre as mudanças está o uso de um iPhone pelo personagem de Austin Abrams.








