Zach Cregger já imagina como poderia continuar o universo de Resident Evil em um segundo filme. O diretor, porém, ressalta que o primeiro longa ainda nem chegou aos cinemas: a estreia está marcada para 18 de setembro de 2026.
A produção apresenta uma história original, diferente da principal franquia de terror da Capcom. A trama acompanha Joe, um homem comum que precisa atravessar o caos do Incidente de Raccoon City.
Possíveis novos rumos
Em entrevista, Cregger disse que pensa em outras direções para a história e que gostaria de explorar o desfecho do filme. “Tenho ideias, mas o filme nem sequer estreou ainda”, afirmou.
O diretor também comparou a situação com Barbarian. Segundo ele, nunca considerou fazer uma continuação daquele universo porque o interesse do filme está no desenvolvimento da narrativa, e não apenas no tema. Para Resident Evil, a avaliação é diferente: Cregger vê um aspecto importante no final que poderia render uma nova discussão.
O longa pode ter a maior estreia entre as adaptações cinematográficas da franquia. As primeiras previsões apontam uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões no fim de semana de estreia, o que colocaria o filme acima dos demais títulos da série nesse critério.
Prévias divulgadas recentemente aumentaram os detalhes sobre a produção. Um trailer em espanhol da Sony España mostrou uma criatura parecida com alguém infectado por Las Plagas, parasita enfrentado por Leon em Resident Evil 4.
Também foi divulgado um pôster com a radiografia de um Doberman Pinscher. A imagem sugere a possível presença de cães infectados pelo T-Vírus, em uma referência aos jogos clássicos.
Cregger reconheceu ainda que foi “ingênuo” ao imaginar que todos os fãs dos games apoiariam uma versão que não adapta diretamente as histórias conhecidas dos jogos.








