Phil Collins afirmou que fez as pazes com Paul McCartney após uma desavença iniciada em 2002. O músico contou que pediu desculpas ao Beatle durante uma ligação feita no início deste ano.
O conflito começou durante os ensaios para o show do Jubileu da Rainha, no Palácio de Buckingham. Collins levou ao local uma primeira edição do livro sobre os Beatles escrito por Hunter Davies e pediu um autógrafo a McCartney.
Segundo Collins, o Beatle aceitou assinar a obra, mas comentou com sua então esposa, Heather Mills, que ele era um grande fã dos Beatles. O músico do Genesis disse ter se sentido desprezado e guardou ressentimento pelo episódio.
“Eu pensei: ‘Seu babaca’”, contou Collins durante uma entrevista ao programa Piers Morgan Uncensored, na última sexta, 2. Ele afirmou que pode ter dado mais importância ao comentário do que McCartney pretendia.
O fim da briga
Ao lançar sua autobiografia, em 2016, Collins relatou o episódio ao The Sunday Times. Depois disso, McCartney enviou um e-mail para tentar resolver a situação, mas não recebeu resposta.
A reaproximação aconteceu quando McCartney ligou para Collins após saber que o baterista procurava itens de memorabilia para um leilão beneficente do Kings Trust. Durante a conversa, o Beatle mencionou a desavença.
Collins disse que se desculpou e ouviu de McCartney que acreditava que os dois já estavam bem. “Então fizemos as pazes”, afirmou o músico.
Em agosto, Collins também contou que quase morreu em 2024 durante sua luta contra a dependência de álcool. Ele foi internado pela primeira vez em um hospital na Suíça em novembro de 2023, recebeu alta antes do Natal e voltou a ser hospitalizado algumas semanas depois.
O músico foi levado à UTI e ficou inconsciente. Ao todo, passou sete meses no hospital se recuperando. “Tive muita sorte de ter saído daquela situação”, disse Collins. Ele afirmou que não bebe desde então.








